Army of Two: The 40th Day

Publicado: 24 de setembro de 2010 em Game Review, Jogos
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Army of Two: The 40th Day é o segundo título da dupla Rios e Salem, os dois mercenários voltam num jogo com muita ação, ótimo cover-system e boas oportunidades mal aproveitadas. Sem muitos dos erros do primeiro The 40th day é uma ótima escolha para quem quer algo com muito tiroteio, sólido e para jogar com alguém. Digo isso, pois a diversão é imensamente maior quando você está com um amigo, sendo pela internet ou sentado ao seu lado.

Os Gráficos

Em comparação com o primeiro Army of Two, The 40th Day da um salto em questão de gráficos, um grande salto. Começando pelos dois protagonistas, agora Rios e Salem estão muito mais detalhados, as tatuagens mesmo podem ser observadas claramente. Suas armaduras estão bem diferentes do jogo anterior e elas vão mudando com o passar da campanha, mas nada drástico. Você também pode notar a diferença de tamanho entre eles, no primeiro jogo isso não era nítido. Outra novidade bem vinda é o fato de que as mascaras agora só cobrem o rosto dos dois quando eles estão em combate, isso deixa os protagonistas mais humanos e não só maquinas de matar. Tudo se tratando de Rios e Salem está muito melhor, mas agora quando olhamos para os outros personagens a coisa não é tão boa. Os inimigos são bem feitos, mas eles não têm personalidades distintas e não são muito variados, a principal causa disso é o padrão de cores da FDI (vermelho e preto). Todos os inimigos usam uniformes parecidos com as mesmas cores. Os outros personagens que aparecem são bem feitos, alguns mais, outros menos, mas nada que chame a atenção. Nessa parte de personagens o que mais me desagradou foi a Murray, ela ficou bem abaixo (graficamente falando) do resto.

Já os cenários são ótimos, muito bem detalhados, interessantes e realistas, senti ao jogar que esse foi um dos pontos alto do jogo. As partes que se passam pelas áreas mais residências são as melhores, pena que não são tantas. Os efeitos no geral são bons, cumprem o seu papel bem, mas o jogo não possui gráficos que se destaquem se compararmos com jogos como God of War 3 ou Uncharted 2. Algumas vezes as texturas demoram a carregar, e em uma parte do jogo há uma textura que de tão ruim pareceu que não havia carregado direito, mas não era esse o caso. Acredito que na pressa os desenvolvedores não se importaram de deixar bonito o gerador de energia do hospital, felizmente foi só esse caso. Outra coisa chata com relação aos gráficos e toda apresentação do jogo é que em alguns momentos os personagens falam sem mover os lábios. Só notei isso acontecer dois diálogos que ocorrem no meio da fase. Outra coisa interessante é que mesmo o jogo se passando só em Xangai os cenários variam muito.

O Enredo

O enredo de The 40th day é um pouco confuso, mas não do jeito ruim, pois esse é exatamente o objetivo do jogo, você não sabe o que está acontecendo. Tudo começa quando Rios e Salem vão a Xangai cumprir um trabalho simples, mas depois do serviço completo o pânico se instala sobre a cidade. Xangai é atingida por vários mísseis e tomada por um exército numa operação chamada The 40th day. No meio de todo o caos e sem entender o que esta acontecendo, a dupla procura respostas com seu contato Murray, mas ela é feita refém dessa facção misteriosa. Enquanto tentam resgatar sua amiga eles também são caçados pelo exército que tomou a cidade. No jogo as respostas para o que está acontecendo são escassas, e cabe ao jogador prestar atenção nos diálogos, verificar os objetivos das missões e ouvir os Radio Logs para ter uma visão melhor de tudo. Pois se você segue o jogo sem fazer nada disso, vai achar o roteiro vazio e nunca vai entender bem os eventos que tomaram conta de Xangai e qual a relação de Rios e Salem em tudo isso.

O enredo não é perfeito, passa longe disso. O jeito que é exposto ao jogador também não é dos melhores, mas serve bem para passar o clima de caos em que os dois se encontram, e deixar o mistério do que está ocorrendo. Um ponto forte da narrativa é que ela não deixa o clima esfriar, sempre está acontecendo alguma coisa, explosões, prédios caindo e muito mais, o jogo mantém um ritmo constante de muita ação. Outra coisa legal é o Sistema de moral que há, é algo bem semelhante ao que se tem em inFAMOUS, mas disso eu trato mais tarde, só toquei no assunto aqui, pois como no jogo de Cole a narrativa e os eventos se alteram um pouco (inclusive o final).

Coisas do Jogo

Cover-System

AoT é um shooter em terceira pessoal focado no Cover-System, ou seja, atirar sem nenhuma proteção ou tentar matar todos os inimigos no braço não vai dar certo. Durante as fases você vai avançando sempre procurando um meio de se proteger do fogo inimigo. Isso pode parecer um pouco repetitivo, mas não o é totalmente, pois a ação é muito bem equilibrada. Como você passa a maior parte do tempo utilizando o CS é de se esperar que funcione bem, e em The 40th day funciona quase à perfeição. O sistema ainda é muito parecido com o do primeiro jogo, mas o que podia ficar melhor ficou. Tudo é muito automático, basta se encostar-se em uma parede, ao lado de uma porta ou de mesmo um corredo que o CS é ativado com a maior naturalidade, o mesmo acontece quando o jogador se aproxima abaixado de algo que possa ser usado como proteção. Rios e Salem nunca ficam presos ao cover, você pode se deslocar livremente, o que torna ir para uma proteção melhor ou mesmo fugir muito mais fácil. Você também pode entrar no CS apertando um botão, fazendo assim o personagem escorregar para o cover mais próximo, isso pode ser feito mesmo enquanto se está correndo. Há também como pular por cima dos obstáculos, o que ajuda muito quando a velocidade é importante, ou achar uma posição melhor para a mira. Para finalizar o que mais me agradou no CS de The 40th day se compararmos com o jogo anterior foi o fato de o jogador poder mudar manualmente o lado da mira. Apertando um botão você pode escolher para que lado o personagem esteja mais focado facilitando e muito a sua pontaria. Isso também ocorria no primeiro jogo, mas você dependia da boa vontade do computador para fazer essa mudança, o que nem sempre dava certo. Poder mudar manualmente o lado da mira também é uma ótima aquisição para quem faz uso do split-screen, ainda não é um bom jeito de se jogar, mas pelo menos está muito melhor do que antes.

Weapon Attachments – Armas e Acessórios

No primeiro AoT você podia modificar suas armas, mas não havia tantas variações, e essas modificações só podiam ser feitas em alguns momentos, normalmente antes de se entrar nas missões e no meio delas. Agora em The 40th day você pode modificar seu armamento a qualquer momento em que não esteja em combate. O jogo dá a liberdade de mudar quase todos os aspectos das armas, algumas podem ser alteradas radicalmente, outras não. Porem em todas há algo para se trocar. Você pode colocar outro pente de munição, para deixá-la mais forte ou com mais tiros, um apoio para deixar sua mira mais precisa, entre outras coisas.

Há várias coisas que podem ser alteradas, no entanto o mais interessante são as opções táticas que essas mudanças proporcionam ao jogo. Você pode pôr em praticamente todas as armas primarias (rifles, espingardas e submetralhadoras) um scope. Quando uma arma está com esse equipamento, a mira passe de terceira pessoa para primeira pessoa, como nas snipers. Isso seria mais uma incomodação do que uma ajuda, se não fosse pelo fato de ser muito fácil equipá-lo e desequipá-lo. Com esse sistema fica muito melhor para um dos jogadores dar suporte à distância mantendo uma boa cadencia de tiro. Poder pôr o silenciador e removê-lo em pleno combate é uma ótima maneira de alternar o Aggro entre os dois mercenários. Para quem não é familiar com o termo Aggro o vídeo abaixo explica como funciona, é do primeiro jogo, mas o conceito é o mesmo.

O sistema de Weapon Attachments do jeito que foi desenvolvido é uma ótima aquisição à franquia, mas o que se tem de abundante nas armas primárias falta nas secundárias (pistolas), e especiais (variam de sniper a lançagranadas e RPG). As modificações feitas nas pistolas são muito limitadas se compararmos com as armas primárias, mas pior que isso é que há somente três pistolas disponíveis, e ainda mais chato é não haver como usar duas pistolas ao mesmo tempo. No primeiro jogo as submetralhadoras eram consideradas armas secundárias, uma pena isso não ocorrer também em The 40th day.

Para conseguir dinheiro para comprar as armas basta, cumprir as missões, resgatar reféns ou pegar nos corpos dos vários mercenários mortos durante o jogo. Já os weapons attachments são mais complicados de se encontrar, alguns deles você ganha nas escolhas feitas durante a narrativa, já outros são recebidos por salvar civis e por último há os espalhados pelos cenários.

Sistema de Moral

Moral

O sistema de moral é algo novo no Army of Two e é muito semelhante com o que se tem em inFAMOUS, há situações no decorrer da narrativa que pedem uma atitude da dupla, ela pode ser negativa ou positiva. Se você estivar jogando com outra pessoa o que for mais rápido é que tem a palavra. Agora diferente do que acontece em inFAMOUS aqui as escolhas não trazem grandes mudanças. Depois da escolha feita há um vídeo que mostra a repercurssão do evento num futuro próximo. Tirando a parte narrativa e os diálogos a diferença é mínia, as escolhas negativas normalmente rendem dinheiro ou partes de armas e as positivas normalmente não dão nada.

Camaradagem

Como no primeiro AoT você pode mostrar seu desapontamento ou gratidão com o outro jogador (e com a IA), basta chegar perto do outro e usar o comando. Fazendo isso você ganha ou perde camaradagem, mas isso não parece ter uma influência diferente da moral. Infelizmente a air guitar que era tão divertida no primeiro jogo não volta na continuação, grande erro… Mas a possibilidade de você jogar Pedra, papel e tesoura com o outro jogador é uma boa adesão.

Civis

Em alguns momentos do jogo você vai se deparar com situações envolvendo reféns, Rios e Salem não são obrigados a salvá-los, mas se você o fizer sua moral melhora e normalmente há algum tipo de recompensa. Não salvá-los resulta em perda de moral. O mais interessante dessas situações é que você deve se coordenar com seu parceiro para conseguir salvar os reféns, pois chegar atirando, na maioria das vezes, só resulta em nenhum civil vivo. Os mercenários da FDI usam os civis como escudo humano, ou executam eles assim que notam sua presença. Essas situações tornam o jogo muito interessante e trazem um bom valor ao replay, pois você sempre pode experimentar maneiras diferentes de abordar a mesma situação.

Máscaras

Escolher a máscara que mais combina com seu estilo já fazia parte do primeiro AoT, mas agora em The 40th day, além de não precisar gastar dinheiro para comprar máscaras, você pode criar seus próprios designs no site oficial do jogo. Para isso basta você ter uma conta na EA e associar a sua conta da PSN ou da Live na hora de preencher o cadastro. O editor de máscaras não é o melhor do mundo, mas com ele você consegue fazer muita coisa. A imagem é só um exemplo (e não dos melhores) do que se pode fazer, só depende mesmo da sua criatividade de como usar as ferramentas que o site oferece. Você pode carregar no jogo até cinco máscaras diferentes. Infelizmente só há como usar o que foi feito no editor estando online, um pouco chato, mas nada que realmente incomode.

Missões

No jogo não há missões como havia anteriormente, o que há em The 40th day são coisas a se fazer para fugir de Xangai. Murray constantemente atualiza o que deve ser feito, em alguns momentos outros personagens vão fazer esse papel com pedidos de ajuda, mas no geral o que deve ser feito é ir do ponto A ao ponto B, matando tudo que estiver em seu caminho. O legal mesmo são os objetivos secundários, que normalmente envolvem civis. Como já disse antes você não é obrigado a salvá-los, mas tentar resolver essas situações de maneiras diferentes é bem interessante.

GPS

O GPS está de volta, mas agora bem mais útil que no jogo anterior. Além de você poder ver o caminho que deve seguir e os pontos de interação para cumprir as missões, mas agora há a possibilidade de marcar os inimigos. Fazendo isso você consegue saber a localização exata do mercenário marcado, mesmo ele estando escondido. O GPS não pode ficar ativado o tempo todo, ele possui uma barra de energia que é consumida aos poucos quando é ativado, ela volta a recarregar assim que você o desativa. O GPS também mostra a patente dos mercenários, muito importante nas situações com reféns.

Radio logs e Maneki Neko cats

Como os brasões da BSAA em Resident Evil 5 os Radio Logs e os Neko cats são objetos espalhados pelos cenários que devem ser encontrados. Os radio logs são pequenos aparelhos de radio com mensagens que trazem mais informações sobre a narrativa, em sua maioria esses logs são áudios de jornais, mas há alguns em chinês (sem nenhum tipo de legenda) que parecem ser testemunho de pessoas sobre o que está acontecendo ou pedidos de socorro. No total são 14 Radio Logs.

Já os Maneki Neko são pequenos gatos de porcelana espalhados pelas fases, como os brasões da BSAA você deve atirar neles. Infelizmente achar esses gatos nas fases não libera nada além da conquista, uma pena. Caso você ache um desses Neko cats ou um Radio log e morra em seguida, antes de um checkpoint, você terá que fazer isso de novo, pois o jogo só salva seu progresso nos checkpoints. Isso vale também para as modificações nas armas.

Coisas Co-op

Army of Two é focado em todos os seus aspectos na cooperação entre dois jogadores, e apesar dessa continuação perder várias coisas do primeiro ela trás outras que fazem The 40th day não ser um experiência inferior ao primeiro em termos de Co-op. Não há nenhum tipo de veículo a ser usado, nem mesmo o páraquedas que eu achei interessante no primeiro jogo. Isso só não é uma perda maior, pois no enredo do jogo não há espaço para esses elementos. Os leveis são extremamente bem construídos, enfatizando ainda mais o lado co-op do jogo, mas cabe aos jogadores explorarem todas as possibilidades. Você ainda pode usar um escudo para dar cobertura ao outro jogador, ou dar apoio para o outro alcançar escadas e janelas inacessíveis de outra maneira (ainda há como abrir fogo nessas situações).

Co-op Sniper

Co-op Sniper é algo que ainda está presente em The 40th day, mas um pouco diferente do que se tinha no primeiro jogo. Durante toda a campanha há várias situações em que há como optar por usar as snipers ao invéz de fazer um assalto direto, mas em nenhum momento essas situações são “forçadas” como no primeiro jogo. Agora tudo é uma escolha tática. Caso você não esteja jogando com outra pessoa a IA faz até um bom serviço nessa parte, mudando de arma quando você muda, trocando de alvo quando nota que está focando no mesmo que você, e só atirando quando o jogador atira, na maioria das vezes pelo menos. Mesmo assim ela não é perfeita, raramente a IA consegue focar no inimigo que você gostaria que ela matasse, isso quando há vários deles. A opção de começar uma contagem para os dois jogadores atirarem em sincronia também volta em The 40th day. Você também pode fazer um co-op snipe usando qualquer arma que tenha um scope, mas o resultado não é tão bom quanto com as snipers mesmo. Uma coisa legal é que sempre que você está usando o scope aparece no canto superior direito da tela uma imagem do que o outro jogador esta fazendo ou mirando, muito útil para a coordenação da dupla.

Mock Surrender

Uma das coisas mais legais implementadas foi o Mock Surrender, que nada mais é fingir que você está se rendendo. Como todas as outras situações táticas o Mock Surrender não é totalmente imposto ao jogador, é claro que há situações em que você é surpreendido pela FDI deixando suas escolhas bem limitadas, mas no geral você tem como abordar as situações de várias maneiras, o Mock Surrender acaba sendo mais uma delas. Essas situações que  estou me referindo, para deixar bem claro, são os pré combates. Há momentos no jogo em que o inimigo ainda não está ciente de sua presença dando ao jogador tempo para escolher o melhor jeito de agir.

Quando você está chamando a atenção com o mock surrender seu aggro fica no máximo dando ao outro jogador uma oportunidade de matar os inimigos mais facilmente. Outra opção é usar o Quick Draw, que é sacar sua pistola bem ao estilo velho oeste, matando os mercenários da FDI antes que eles possam reagir. O legal do quick draw é que além de poder ser feito com seu parceiro, ele também causa um efeito de câmera lenta, dando um clima diferente à situação.

Multiplayer

Co-op online e offline

AoT é focado completamente na interação entre dois jogadores, mas infelizmente parece que o jogo não dá nenhum suporte para você aproveitá-lo do jeito que deveria. De todas as várias vezes que tentei jogar com alguém pela internet, em nenhuma eu tive sucesso. Nunca tentei jogar com um brasileiro, mas acho que daria na mesma, pois em vários foruns há gente reclamando desse problema, parece que a EA Montreal não criou servers dedicados para o jogo. Agora quando fui offline em splitscreem posso garantir que apesar da tela dividida, foi muito melhor do que com a IA. Quando você tem outra pessoa jogando é que se nota como a dinâmica do jogo é boa e como os leveis são bem construídos. AoT não é perfeito, mas se você gosta de shooters e co-op, e conseguir ter outra pessoa jogando com você, The 40th day é um dos jogos mais divertidos para se ter.

Multiplayer competitivo

Felizmente o modo competitivo não sofre do mesmo problema do modo campanha, pelo menos não na mesma intensidade. Mas isso não ajuda muito, pois AoT podia ter um bom multiplayer competitivo, no entanto o que o jogo apresente é uma versão muito rústica do que se tem no modo campanha. Não havia nenhuma necessidade desse modo estar presente, eu particularmente preferia ter uma campanha mais longa do que o multiplayer que o jogo apresenta. Para começar toda a complexidade que das modificações nas armas que há no modo campanha inexiste no modo competitivo. Tudo que o jogo nos fornece são alguns kit pré determinados, não há como modificar nada além da aparência do mercenário/FDI que você usa. Também não há perks nem nada do gênero. Outro detalhe que me incomodou muito ao jogar o modo competitivo é que os mercenários aqui não parecem ter a mesma agilidade de Rios e Salem, os movimentos são duros e lerdos, não sei se isso se deve a minha internet, mas pelo que joguei o multiplayer não tem nem metade da fluidez do modo campanha. Apesar de tudo isso você pode ter bons momentos jogando os três modos que The 40th day oferece, mas não espere muito.

Os três modos de jogo são:

Warzone – Parecido com o multiplayer do Killzone 2, em que os objetivos vão mudando no decorrer da partida.

Co-op Deathmacht – Igual a qualquer Deathmacht, mas jogando em duplas.

Control – Dois times lutam para tomar e manter pontos específicos do mapa.

Extraction

O extraction seria um quarto modo de multiplayer, mas ele não é competitivo. São quatro jogadores mantendo uma posição contra várias ondas de inimigos. Esse modo é extremamente divertido, mesmo com todas as falhas do multiplayer (não poder modificar as armas e personagens duros). É um total de 16 rounds, e a cada quatro níveis a dificuldade aumenta. Nos últimos leveis tudo fica muito complicado forçando a coordenação da equipe ao máximo.

Bem gente sobre o jogo é isso. Eu adorei a campanha, mesmo ela sendo um pouco curta o replay é ótimo, e sempre mais valido quando você está jogando com outra pessoa. Mesmo com o ridículo problema de conexão The 40th day é um titulo que eu não posso deixar de recomendar, ainda mais com o preço que você encontra em alguns sites. O multiplayer é muito fraco se compararmos com outros jogos, mas ainda assim é divertido, principalmente o Extraction. The 40th day tinha potencial para ser muito mais do que é, não foi o que aconteceu, porem foi um grande salto comparado com o primeiro jogo, que também é muito bom. Agora é esperar o próximo (se tiver).

Espero que tenham gostado do post, e se alguém quiser me adicionar na psn pra jogar AoT comigo é só olhar na parte sobre o autor que tem meu cartão da psn.

Valeu!

 

Post sobre o primeiro Army of Two

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