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God Of War III – Demo

Publicado: 13 de novembro de 2009 em Cultura Nerd, Game Review, Jogos
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God-of-War-3-1833Quem não conhece a franquia God of War não deve jogar videogame há muito tempo. Os dois primeiro jogos para o PS2 são sucessos em vendas e em criticas, e, com o lançamento do terceiro jogo se aproximando os dois primeiro títulos voltam para o PS3 no God of War Collection.

O God of War III tem seu lançamento marcado para março de 2010, e nenhum demo foi divulgado na PSN, o único que tenho conhecimento é o mostrado na E3 deste ano e que felizmente eu consegui jogá-lo. Aqui vai minha opinião sobre o demo do God of War III.

No demo você não tem nenhum tipo de opção, não da para configurar os controles (da para configurar se você quer inverter os eixos na hora do vôo, mas só isso), volume nem nada do tipo, não que isso realmente importe. Também não é acessível a tela de habilidades em que você pode dar upgrades em suas armas e skills. Mas tudo que realmente importa está presente, e isso é a pancadaria e o sangue, muito sangue. Mas vamos começar pelo que mais chama a atenção logo de cara, os gráficos.

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Pelas fotos não da para ter uma noção tão boa quanto jogando, mas os gráficos ficaram mesmo animais! Ainda não pude ver o Uncharted 2 para comparar, afinal parece que possui os melhores gráficos para o ps3 atualmente, mas posso dizer que God of War 3 destrói. Os efeitos de luz e sombra são incríveis, há partes mesmo durante o demo que tudo é tomado pelo breu e as únicas fontes de luz são as espadas de Kratos que ficam incandecente quando um golpe é dado. Nessa parte é facil de ver como os gráficos evoluiram do primeiro e segundo para o terceiro.

Outra coisa que achei demais neste demo do terceiro jogo, que faltou no segundo foi a violência. Qualquer um que tenha jogado o primeiro jogo e depois o segundo nota um abrandamento nesse quesito. Nada que realmente tenha prejudicado o segundo God of War, mas é muito divertido ver o Kratos tocando o terror geral, e quando você sai matando muita gente o corpo de Kratos fica coberto de sangue, muito legal.

Uma coisa que o vídeo mostra, além do fato de agora ser possível tomar o controle dos ciclopes, e é claro, sair matando tudo que estiver pela frente, é o fato que os botões de ações, sempre presentes na franquia quando algum feito cruel é executado, aparecem na tela em posicões diferentes dos jogos anteriores. Agora cada botão parece na tela na posições em que está posicionado no controle (triangulo na superior, X na parte inferior e assim por diante). De início eu não notei essa mudança e acabei apanhando, mas depois que a notei  ficou fácil. Uma outra coisa que o vídeo mostra são as manoplas de leão que Kratos usa para aniquilar seus inimigos, esse tipo de arma não é uma total novidade na série, afinal no Chains of Olympus para o PSP você também usa uma manopla como arma.

O arco também está presente, e se tornou essencial para proseguir no jogo. Há duas partes no demo em que você deve provocar harpias com seu arco para fazê-las se aproximarem o bastante para então Kratos poder se agarrar nelas e com isso atravessar áreas que só com o pulo e as asas não seria possível.

O demo é muito curto, não chega direito há vinte ou trinta minutos de jogo, mas é muito divertido. Tenho certeza que GoW 3 vai ser um jogo obrigatório para todos os donos de PS3. Qualquer um que queira ver o gameplay completo do demo é muito fácil de achar no Youtube, mas pra quem tem preguiça aqui está.

No vídeo é comentada sobre a edição de colecionador do jogo, ela já foi divulgada.

gow-preorder_09Além de vir nessa urna super maneira que é uma replica da Pandora’s Box, a edição de colecionador trás também um Art Book. Os outros itens dessa edição são para download, há uma arena de combate, com sete desafios para serem cumpridos, uma roupa diferente para Kratos, há também um documentário sobre a fraquia God of War, além da trilha sonora original e todo um cd de metal inspirado nas musicas do jogo.

Bem gente era isso, espero que tenham gostado do post, e do jogo é claro, não vejo a hora do lançamento. Então para finalizar deixo vocês com minhas dicas de compra da Play-asia. Valeu!

pa.165544.1Dois jogos em um, sem falar que cada um dos dois têm suas próprias conquistas. Vale muito a pena, e o preço está em conta, menos de cem reais (o envio já não sei). Para ver a oferta é só clicar aqui ou na foto.

 

pa.135257.1Ainda é pré-venda, mas para quem quer garantir o seu vale a pena dar uma olhada na oferta. Esse é um jogo que todo mundo devia ter. Para ver a oferta é só clicar aqui ou na foto.

 

 

pa.152168.1Outro jogo que não pode ficar de fora de sua coleção. Eu infelizmente ainda não o tenho, mas não vejo a hora de comprar, o primeiro foi ótimo, o segundo parece muito melhor. Para ver a oferta é só clicar aqui ou na foto.

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Sei que estou um pouco atrasado pra falar dessa animação, mas só agora me restou um tempo, e não podia deixar de dar minha opinião sobre esse desenho. Também vou comentar sobre o jogo, que não é nem de longe tão bom quanto o filme, mas que mesmo assim vale a pena dar uma olhada.

Antes de começar a falar do filme mesmo quero comentar sobre algo que já é tradição na Pixar, os curtas. Em todos os filmes feitos por esse estudio nós vemos um pequeno curta, que é sempre tão bom quanto o próprio filme. Eu acho isso algo ótimo, e que devia ser mais estimulado. Não me refiro somente as amimações, mas todo tipo de filmes e de curtas. Hoje em dia nos cinemas antes de começar os filmes nós vemos mais propagandas do que trailers, isso é um absurdo. Se eu já estou pagando pra ir ver algo no cinema, é porque não quero ser incomodado exatamente por isso, propagandas, sem falar é claro no som e no tamanho da tela. Isso dificilmente vai ser mudado, as propagandas nos cinemas vão continuar, sei também que elas ajudam a baixar os preços dos ingressos, mas seria ótimo trocá-las por um curta antes dos trailers.

Agora falando do filme mesmo, o enredo é fantástico, o início mostra como Carl Fredricksen conhece a menina que vai ser sua futura esposa, como eles se casam e suas vidas de casados, até por fim chegar ao falecimento dela. Essa introdução é feita de forma genial, sem praticamente nenhuma palavra nós entendemos tudo. Acho que não vejo uma abertura assim de filme tão boa desde Wachtman. Com a morte da esposa e com certos acontecimentos ocorrendo a sua volta Carl resolve realizar um desejo já praticamente esquecido, viajar até Paradise Falls e é ai que a aventura começa realmente, inclusive no jogo.

Os Personagens

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Carl Fredricksen, o personagem principal da animação. Durante sua vida ele trabalhou num zoológico vendendo balões, daí que veio sua grande habilidade com as bexigas e seu grande estoque é claro. Sempre ranzinza, mas muito determinado a cumprir a promessa que fez a sua falecida esposa.

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Russell é um pequeno escoteiro desesperado por seus emblemas. É dele a honra de arrancar muitas gargalhadas durante o filme. Cheio de seus apetrechos tecnológicos, que não sabe usar nem um pouco, se junta a Carl por acidente.

282px-CharlesMuntzCharles F. Muntz foi um famoso explorador quando era mais novo, ele que revelou ao mundo as belezas de Paradise Falls e instigou a aventura de Carl. Infelizmente após ser acusado de fraude Muntz se isolou nas cataratas que descobriu até poder voltar a civilização provando que suas descobertas eram reais.

580Kevin (nome dado por Russell) é uma estranha ave de plumagem colorida encontrada pelos dois aventureiros durante sua jornada a Paradise Falls. Lembrando o Papa-Léguas essa é a ave que Muntz persegue incansavelmente para provar ao mundo que não é uma fraude.

up_dogDug é um labrador que tem como missão encontrar Kevin. Desacreditado por seus “colegas” cachorros ele se junta a Carl e Russell de início por estar atrás da ave, mas depois por afeição.

Agora que já dei uma rápida introdução quero só fazer alguns comentários sobre o filme antes de falar do jogo. Eu adorei a animação, tudo no desenho foi muito bem feito e pensado, e todo mundo devia ver esse filme. Ninguém devia pensar que só pelo fato de ser desenho é algo só para crianças. Quando um filme, ou um livro é bom ele pode ser apreciado por todos, limitação de idade é coisa de censura e mercado. Eu realmente acho que esse pode ser considerado o melhor, ou pelo menos um dos três melhores desenhos da Pixar (também adoro WallE e Os Incríveis), tenho certeza que o Oscar vai pra eles mais uma vez. Uma coisa que não podia deixar de comentar aqui são os outros cachorros que aparecem no desenho, eles são muito engraçados, principalmente o Alpha.

ESQUILO!

chico_anysio_1367Outra coisa legal sobre o desenho foi a dublagem, eu particularmente não gosto de ver nada que não seja no original, mas Up foi até bom. Tive uma surpresa agradável ao notar que Chico Anysio é quem dubla Carl, seu trabalho nessa animação foi ótimo, assim como todos os outros personagens.

Não tenho mais muita coisa para falar do filme, só que é algo único que deve ser visto. Agora vamos ao jogo, que não é tão grandioso quanto à animação, mas acho que dependendo de quem vai jogar vale a pena.

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Up é um jogo Co-op, ou seja, de cooperação entre dois jogadores, você pode escolher entre Carl e Russell para usar, mas as vezes é necessário tomar o controle do cachorro Dug para passar por algumas partes dos estágios. O estilo do jogo lembra um pouco os jogos da Lego, da para quebrar um monte de coisas pelo cenário para pegar moedas, que são os pontos do jogo, elas servem para liberar os Quest Cards, que são nada além de objetivos secundários, como achar itens escondidos e caçar insetos. Up o jogo, pode ser dividido em duas partes, as fases de Co-op e os estágios de avião. Quem viu a animação sabe que os cachorros pilotam aviões, o mesmo acontece no jogo, mas essa parte pertence mais ao multi-player que ao jogo normal.

O enredo do jogo até que segue bem o do filme, apesar de pular todo o início, pois você começa com eles já na selva (tirando a primeira fase que é uma espécie de prévia do fim do jogo). Mas tirando esse fato os principais eventos da animação estão de alguma forma presentes no jogo.

Os gráficos do jogo são decepcionantes se comparados ao da animação… No meu caso que joguei no PS3 não vi motivo algum para a qualidade do jogo ser mais ou menos como a de um PS2. Tá certo que o jogo foi lançado em várias plataformas, e provavelmente deixaram a mesma qualidade visual em todos para dar menos trabalho e acelerar o processo, o que é uma pena, tudo teria ficado tão melhor se eles tivesse caprichado mais nisso. No desenho a qualidade gráfica é tão boa que é possível notar a barba do Sr. Fredricksen crescendo e a plumagem de Kevin é extremamente elaborada, o jogo devia tentar pelo menos chegar perto dessa qualidade visual, pois no resto é bem divertidinho.

O gameplay do jogo é bem simples, Carl e Russell possuem habilidades cada uma específica para uma parte do jogo. Carl consegue pular mais alto e usar sua bengala como alavanca, enquanto Russell consegue ir a lugares de difícil acesso e usar seu canivete para cortar cordas e cipós. Só combinando as habilidades de cada um que se consegue atravessar os cenários. Há também alguns inimigos para atrapalhar a aventura dos dois. Alguns são somente insetos e aranhas, já outros são os cachorros mandados por Muntz atrás de Kevin. O combate no jogo é bem simples, próprio pra faixa etária a qual ele se propõe. Basicamente você chama a atenção do inimigo com uma provocação, pode ser uma careta ou mesmo demonstrando medo, isso é feito só apertando o direcional para baixo; momentos antes de o oponente atacar vai aparecer em cima do personagem o botão de ação, apertando na hora certa se atinge o inimigo, só alguns golpes já bastão.

Conforme você vai completando os Quest Cards alguns extras são liberados, como galeria de artes, algumas animações e personagens para se usar no modo multi-player.

O jogo do Up trás algumas idéias bem divertidas se tratando de Co-op, mas que podiam ser mais exploradas, mas uma coisa que merece um certo destaque são os confrontos com os chefões. No total são dois, se me lembro bem, e para vence-los é indispensável a atuação dos dois personagens. Se você está jogando sozinho o jeito é alternar o controle entre um e outro, o que é fácil, isso é feito com apenas o apertar de um botão.

O multi-player de Up é uma batalha aérea, bem divertidinha, podendo jogar até quatro pessoas. Quanto mais Quest Card completos, mais personagens para se escolher.

Antes de terminar o post tenho que falar mais uma coisa sobre o filme. Tem uma cena em que Carl e Muntz se enfrentam, essa foi uma das melhores cenas de luta que já vi, muito engraçada, pena eu não ter encontrado ela no YouTube.

Eu acho que mesmo o jogo não tendo sido tão bom quanto deveria vale a pena, por exemplo pra quem tem um filho e quer jogar algo divertido com ele, ou mesmo pra quem tem uma namorada que não gosta dos jogos de tiro que você tem. De qualquer jeito espero que tenham gostado do post, infelizmente ele não tem Review da GT, mas acho que isso não da nada.

Aqui vai algumas dicas de jogos que não da pra deixar passar.

uncharted2usaO Segundo jogo da série Uncharted tá muito massa, e a Play Asia tá com um preço muito em conta, vale a pena conferir a oferta. Todos os review’s que vi desse jogo deram nota acima de nove, é muita coisa. Para ver a oferta é só clicar aqui ou na foto.

31465_call_of_duty_modern_warfare_2-v5Outro jogasso que você não pode deixar passar é o Modern Warfare 2. Se ele for tão bom quanto o primeiro já é uma ótima compra, mas eu acho que vai ser muito melhor. O preço ta legal, eu aconselho. Para ver a oferta é só clicar aqui ou na foto.

61dxxaywwnlMinha última dica é desse jogo, Bayonetta, é do mesmo criador do Devil May Cry, pelo menos eu acho que é, posso estar errado. Parece ser um jogo massa, eu aconselho também. Para ver a oferta é só clicar aqui ou na foto.

Army of Two

Publicado: 3 de setembro de 2009 em Cultura Nerd, Game Review, Jogos
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lrg_A1P3AOTWOArmy of Two, meu mais novo jogo de PS3. Aqui minha opnião sobre esse título que, como o próprio nome já sugere, deve ser jogado em dupla.

Há talvez uns dois anos, ou menos, não faz diferença realmente, eu vi pela primeira vez um trailer do Army of Two e confesso que não fiquei impressionado. Parecia legal, mas nada demais. Depois de o jogo ser lançado é que comecei a me interessar mais. Por muito tempo os jogos de co-op ficaram abandonados, da pra contar nos dedos quantos jogos legais você podia jogar com mais alguém no play 1, mas agora com a internet em praticamente todo o lado a presença desse tipo de jogo já é uma constante, ainda bem. Army of Two praticamente te obriga a ter outra pessoa jogando com você. Há como jogar usando a I.A. como parceira, mas ela é limitada e algumas vezes mais atrapalha que qualquer outra coisa. Agora quando se joga com outra pessoa tudo fica mais coordenado, facilitando as coisas, mas o jogo não chega a ficar fácil, pois é inimigo atrás de inimigo, às vezes parece que nunca vão acabar.

Os gráficos

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Os gráficos de Army of Two não são os melhores, mas para um jogo de baixo orçamento não há do que reclamar. Os cenários são bem feitos, alguns mais, outros bem menos. Os personagens são detalhados e parecem mesmo duas máquinas de matar. Os inimigos no final das contas acabam meio que parecendo todos iguais, pois num jogo como esse, mesmo com uma grande variedade de inimigos eles iam acabar se repetindo, por que você mata, mata e mata mais. A ação não dá muita folga aqui. Uma coisa que não me impressionou muito nos gráficos foram as expressões dos personagens. Na maioria das vezes em que há dialogo eles estão usando as mascaras, que por sinal são muito legais, mas quando mostra o rosto de quem fala a coisa desanda um pouco. O CG do jogo é bonito, principalmente no quesito cenário, mas o resto não fica para trás. De gráficos acho que é basicamente isso, não me lembro de ter visto nenhum erro de textura nem nada do tipo, só é chato que as vezes as texturas demoram um pouco para carregar.

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Enredo

O enredo de Army of Two é interessante lembrando muito um bom filme de ação. Tudo começa mais ou menos pelo 11 de setembro, quando as torres de NY foram ao chão. O governo americano passa a contratar soldados privados para algumas missões em que não quer estar diretamente envolvido, ou mesmo que não queira por seus soldados em risco. Aí que entram os dois protagonistas do jogo, Rios e Salem são dois ex-militares que largaram o exército pela grana e pela incomodação que dava ser mandado para onde seus superiores quisessem, mais pelo dinheiro mesmo. O jogo se passa durante vários anos, começa no Iraque, na década de noventa e vai se lembro bem até 2004, nesse período do tempo os Estados Unidos começam a parcialmente aumentar o número de contratos com um exército privado de nome SSC (grupo em que os protagonistas atuam). Até aí tudo bem, politicamente falando, mas um senador resolve fazer uma lei que pode privatizar totalmente as forças armadas, nessa parte o enredo começa a ficar interessante. De enredo mesmo eu não vou comentar mais que isso, a trama é legal, mesmo que o final seja um pouco previsível valeu a pena. O massa é que eles passam por várias partes do mundo, como Iraque, Afeganistão e China, e as animações do jogo fazem você ter a impressão de estar vendo um longa, pelo fato delas se entrelaçarem bem com a parte jogável.

Uma coisa muito boa do jogo é a interação entre Rios e Salem, das conversas até as atitudes dos caras, e esses diálogos são importantes, pois muito do enredo você vai sacar por ele.

Bem o enredo do jogo pode parecer para alguns de vocês que lerem um pouco fictício demais, mas não é. Já existe uma empresa como a SSC atuando para o governo americano. A Blackwater Security Consulting, ou BSC, até onde sei já atua no Iraque. Sei que ler isso num blog pode não ser a fonte mais confiável do mundo, mas há sites do grupo BSC e U.S. Training Center, vale dar uma olhada só por curiosidade. Há algumas matérias sobre isso para quem quiser se aprofundar no assunto, eu particularmente acho interessante, as implicações disso são inúmeras. Aqui um  site de um desses artigos CMI.

Blackwater_USA_logo

Coisas do jogo

Cover system

Uma coisa que me agradou muito em Army of Two e que não poderia deixar de comentar é o cover system. Eu comecei a jogar AoT logo depois de Uncharted, e da pra sentir muita diferença nesses dois estilos de C-S. Em Uncharted quando você se aproxima de um objeto é só apertar o bolinha que Drake já se posiciona e você fica como que preso a esse objeto, em Army você só precisa se aproximar de qualquer objeto que lhe de cobertura abaixado, automaticamente o personagem irá se proteger e atirar da maneira tradicional ao cover system, isso sem você estar ligado a ele. O vídeo abaixo mostra bem como tudo isso funciona.

A mira

Já uma coisa que me incomodou no jogo foi a precisão da mira, são poucas as armas que realmente atiram exatamente onde você está atirando. A maioria das armas são muito pouco precisas, e mesmo parado às vezes fica muito difícil atingir um inimigo que só expõe a cabeça ou os braços. Isso acabou limitando um pouco a minha escolha por armas, eu comecei a pegar as mais precisas e até deixei de usar a Desert Eagle. Acho que pro pessoal que gosta das armas de grosso calibre e abrir clareiras em florestas essa falta de precisão não faz mal, e no AoT há muitas armas de impor respeito.

Melee

Mas na parte do combate a mira não chega a incomodar se você comparar com o combate corpo-a-corpo. Infelizmente o botão para atirar é o mesmo para o melee, o que acaba atrapalhando tudo.  Às vezes quando o inimigo chega perto você quer bater, mas tudo que ele faz é atirar na direção errada… Se fosse para eu escolher o que mais me incomodou no jogo diria que foi isso.

Objetivos e dinheiro

Army of Two funciona com um sistema de objetivos, primários e secundários, comuns em muitos jogos, para cada objetivo que for executado com sucesso você recebe uma quantia em dinheiro. Alguns desses objetivos são bem claros e especificados logo no início das missões, já outros não. Além dos objetivos há também informações escondidas nas fases, como maletas e notebooks, achá-los também rende um dinheiro extra. aotwallpaper Todo o dinheiro no jogo vai praticamente para a compra de armas, você também pode comprar mascaras diferente, mas isso é secundário, apesar de ser uma das primeiras coisas que eu fiz. Há várias pinturas diferentes para as mascaras dos dois, mas é uma pena que a armadura não mude também de estilo com a escolha delas.

As armas são divididas em três categorias, primary, secundare e special. As primary são as metralhadoras, as espingardas e tem até um lança-granadas. As secundare são as pistolas, revolveres e as metralhadoras de baixo calibre. As especiais são as sniper’s e os lança-mísseis. Em todas as armas do jogo você pode mudar alguma coisa, em umas poucas é só a aparência, mas na grande maioria você pode aumentar seu poder de fogo, precisão e o Aggro (logo vou comentar o que é isso). O mais legal e é que cada uma dessas melhorias muda a aparência da arma, então você sempre esta atirando com algo relativamente diferente, e são muitas armas. Outra coisa legal é que se você não gostar do que está usando na missão há chance de trocar, durante o decorrer da fase a loja pode ser acessada, isso sem falar na opção de trocar de arma com o outro.

Aggro

O vídeo do jogo é a melhor explicação.

Esse sistema é muito importante, pois às vezes a quantidade de inimigos é absurda e se expor demais ao fogo pode ser morte certa, então o jeito é contar com seu parceiro. Enquanto um chama a atenção o outro pode mais facilmente acabar com os oponentes. Os cenários do jogo foram muito bem planejados para esse modo de jogo, quase sempre você pode procurar caminho pelos flancos, facilitando a matança. Mas não se esqueça que seus inimigos fazem isso também.

Veículos e pára-quedas

O único veículo que você chega a usar em AoT é o Hovercraft, que para quem não sabe é um veículo anfíbio que se movimenta em cima de um tipo de colchão de ar. vehicle_hovercraft2 Os controles não são os melhores, mas as partes em que você o usa são curtas o suficiente para não dar tempo de reclamar. Já o pára-quedas pra mim foi muito mais interessante. No PS3 o sixaxis é usado para controlar a movimentação durante a queda, como o salto é feito em dupla um fica responsável por manter a estabilidade da decida, enquanto o outro cuida de dar cabo de todos os inimigos no solo.  Esse tipo de gameplay, principalmente em dupla, eu ainda não tinha visto e achei muito legal. Quando se está jogando sozinho, é você o responsável pelos tiros, há também como dar ordem ao computador de como deseja que o salto seja executado.

Coisas de Co-op

Como já havia dito esse é um jogo essencialmente de cooperação entre dois jogadores. E praticamente todos os elementos do jogo reforçam essa idéia. Em AoT não há um marcador para a sua quantidade de vida, conforme você vai levando dano a tela vai ficando manchada de sangue e ficando meio preto e branco, caso você for ao chão cabe ao seu parceiro socorrê-lo. Você ainda pode atirar nos inimigos dando cobertura enquanto seu colega te leva para um ponto seguro para curá-lo. Aí que entra a necessidade de ter uma pessoa de verdade jogando com você em vez da I.A. Quando o computador vai ao seu socorro, ele várias vezes não procura abrigo, virando um alvo fácil. Você só pode ficar certo tempo caído no chão, e o processo de cura é interrompido sempre que se leva um tiro… Ou seja, um grande problema. Não foram poucas as vezes que morri por causa disso. Há várias outras coisas de co-op por assim dizer, como um dar “pezinho” para o outro, ou segurar um corda enquanto o outro desce atirando, mas a que eu mais gosto é o escudo. Um dos jogadores carrega um escudo blindado e o outro segue atrás atirando protegido (a foto é do segundo jogo, mas a ideia é a mesma). 

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A única coisa chata de se jogar com outra pessoa é no modo split screen, a câmera fica um pouco prejudicada, principalmente em ambientes fechado. É uma pena, mas não chega a ser um grande problema. Jogando sozinho há como dar ordens ao computador, ele responde relativamente bem, mas não chega aos pés de uma coordenação com outra pessoa.

Basicamente é isso que eu tinha pra falar sobre o jogo. Army of Two tem modos online, mas infelizmente ainda não pude jogar, mas se forem mais ou menos como a campanha off acredito que devem valer a pena. Outra coisa legal é que está disponível na PSN uma missão que trás um final alternativo, muito legal. Espero que tenham gostado do que  leram, e que isso ajude a quem não conhecia o jogo a se interessar por ele. Os vídeos abaixo são, é claro, a review da GT e um gameplay da continuação Army of Two The 40th Day.

Valeu!


Filmes de Zumbis estão em alta por algum motivo, talvez seja o medo das pandemias, quem sabe? Enfim, o motivo não é realmente importânte, o que nos interessa são os filmes!

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Zumbis nazistas, ehehehe Call of Duty World at War!

Mais um filme de Zumbis nazistas, o CoD 5 deve ta indo bem. As filmagens desse longa começam esse ano, então ele só deve sair pro fim do ano, ou início de 2011. Detalhe vai ser em 3D.

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Post do Zombieland

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La Horde é um filme francês, foi indicado por Brujo nos comentários.

Post sobre La Horde – Legião do Mal

Não conheço muita coisa sobre esse filme, mas parece muito bom. Acho que é de zumbis, pelo jeito do trailer, mas não tenho certeza. Espero ver logo.

Nunca ouvi falar desse filme, mas não parece ser muito bom não, enfim… Temos que ver né.

Esses são os filmes povo, espero que eles sejam realmente bons, tenho certeza que Dead Snow vai me fazer rir muito. Antes de terminar aqui vai uma surpresa para os fãs do Romero.

Bem gente espero que tenham gostado do post. Obrigado por terem lido

Valeu!

Criaturas mágicas, piratas, cavaleiros e princesas, tudo isso faz parte dos filmes de fantasia. Aqui nesse post tento mostrar os melhores em minha opinião, sem nenhum tipo de classificação ou ordem, não quero dar uma colocação, afinal nem tudo precisa ser uma lista de os dez melhores.

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Conan o Bárbaro é com certeza um dos melhores, se não o melhor filme desse tipo, ele foi feito no início da década de oitenta, se não me engano em 82, mas mesmo assim a qualidade da produção surpreende muito. O roteiro do filme foi escrito por Oliver Stone e John Milius, diretor do filme. O enredo não é uma adaptação de algum dos contos de Robert E. Howard  (que para quem não sabe é o criador do Conan), no entanto parece ser inspirado por todos. Ao que me parece eles juntaram vários elementos que aparecem em contos diversos, como a torre do elefante e o retorno da Rainha da Costa negra da morte, e fizeram um belo roteiro, dificilmente teria ficado melhor.

O que mais chama a atenção é o realismo com que das coisas, o figurino é incrível, ele não se perde em estereotipos, mas se concentra no que de fato era a Era Hiboriana. Os combates do mesmo modo, as lutas são muito bem feitas e grosseiras, tudo bem bárbaro. E uma coisa realmente massa do filme é a construção da espada de cascos no início do filme, a espada que até pouco tempo fazia parte do logo das revistas Espada Selvagem de Conan. Na cena é realmente um ferreiro que está fazendo a arma que é usada no filme. Eu poderia fazer um post inteiro para o filme do Conan, mas como não é o caso um último detalhe que faz desse longa ser realmente foda, a trilha sonora, composta por Basil Poledouris é perfeita para o filme, ela é realmente foda!

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Ainda preciso dizer alguma coisa?

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Quem pensa que História sem Fim é com toda a certeza um filme que marcou muita gente, não só pela qualidade da história, mas também por todo o clima de magia que nela contem. Inspirado no livro de mesmo nome de  Michael Ende o filme é dirigido pelo alemão Wolfgang Petersen.

Quem não lembra da Imperatriz Menina ou mesmo do Atreju? O filme tem cenários belíssimos, criaturas bizarras, e há algumas partes que devem fazer as criancinhas tremerem de medo. Os efeitos especiais para a época estão muito bons e a maquiagem é bem feita. Agora História sem Fim é como Highlander, só pode haver um, então nem levo em consideração as continuações.

6a00cd971dad4d4cd500d4143ade133c7f-500piAcredito que todo mundo já teve a infelicidade de ver um filme ridículo da Xuxa chamado Xuxa contra o Baixo-Astral… Bem esse filme da Xuxa é uma cópia muito, mas muito mal feita do filme Labirinto a magia do tempo de 1986, com David Bowie.

O filme é quase um Muppets se nós pensarmos que de atores mesmo, sem serem bonecos ou pessoas fantasiadas são só dois. Os efeitos especiais são muito bons, acho que para algumas coisas o computador não consegue ter a mesma magia de uma boa maquiagem e muito talento, a sensação é outra. Não to menosprezando o CG, mas como era feito a moda antiga sempre vai ser diferente. A trilha sonora do filme fica toda por conta do próprio Bowie, muito foda.

4C6514_1A lenda, com o Tom Cruise bem novinho, mas a cara não muda nunca. O filme é de 1985 e foi dirigido por Ridley Scott. Diferente de todos os outros filmes do post que você consegue se situar de alguma maneira em um mundo específico, em A lenda isso não acontece, é uma história sem qualquer referência, não que isso importe muito.

A lenda como os outros têm muita coisa bizarra, monstros, duendes e tudo mais, mas o mais maléfico do filme nem é o Darkness feito pelo Tim Curry (que é muito foda por sinal), mas é a voz de um elfo, acho que seria um tipo de elfo não sei, chamado Gump, muito do mal.

ladyhawke2O feitiço de Aquila é altos filme com o Matthew Broderick da época de Curtindo a vida adoidado. Inclusive nesse filme o papel dele lembra um pouco o filme dos colegiais que fazem de tudo num dia matando aula. Bem, o personagem de Matthew também é um tipo de narrador.

O filme tem poucas coisas ruins, uma delas é a musica… Muito anos oitenta ela não combina com o clima do filme, pelo menos nos dias de hoje, vai saber na época.

dragonslayer_ver2O matador de Dragões é um filme muito foda com o Renfield do Dracula morto mais feliz, o ator Peter MacNicol. Nesse filme ele faz um papel de aprendiz de mago, que se vê obrigado a ir matar um dragão após a morte de seu tutor. O filme é sombrio, o dragão é muito foda, mesmo já se notando no filme a decadência da raça.

Foi nesse filme que vi pela primeira vez um escudo feito com escamas de dragão, ou mesmo uma Dragonslayer, lembrando que o longa é de 81. O matador de Dragões, na minha opinião é o melhor filme do gênero, ou seja, sobre dragões, Reino de fogo também ficou bem legal, mas esse é foda demais.

Não sei como posso ter deixado Krull de fora, mas não vejo esse filme há muito tempo. Vale a pena mesmo, a trilha sonora é muito boa.

Bem gente, é isso ai. Eu só queria mesmo mostrar os filme para quem não conhece, ele realmente são muito bons. Claro que o Senhor dos Anéis todo mundo conhece, mas como o título do post é Filmes de fantasia que devem ser visto ele não podia ficar de fora. Agradeço a todos e espero que tenham gostado.

Valeu!

bzb_logo_finalBurn Zombie Burn é um jogo bem simples da PSN, você só tem que eliminar hordas e mais hordas de zumbis, o que é muito divertido. Você usa um carinha chamado Bruce, que é a cara do Bruce Campbell, e não por acaso. O jogo é cheio de pequenas coisas que remetem a clássicos do cinema. Só alguns exemplos, o Bruce Campbell claro, a primeira fase, The Wood, quem sabe não é uma referencia a cabana do Evil Dead, isso sem falar na moto-serra. O cortador de grama é com toda certeza inspirado no clássico Fome Animal, se você duvida é só ver o vídeo.

Outra coisa tirada de filme é a clássica frase do They live, de John Carpenter.

É bem provável que tenha no jogo outras referencias, mas essas são as que me lembro no momento. Outra coisa que me lembra muito BZB é um joguinho antigo chamado Zombies ate my Neighbors5-noscale. Eu gostava de jogar bastante, era bem divertido e simples, matar zumbis com umas pistolas d’àgua e salvar uns cidadãos idiotas, bem legal.

Agora com o jogo realmente. BZB é um jogo de Score, ou seja, não há um final, você tem como objetivo alcançar a maior pontuação possível. O jogo é dividido em seis cenários, sem nenhuma ligação um com o outro. Há três modos de jogo mais um modo alternativo que é um pouco diferente, então comento mais tarde. Esses tipos de jogo são Free Play, nada mais é que entrar em uma das fases e sair matando tudo de qualquer jeito; Timed Modo é jogar com um contador de tempo, quando esse contador chega a zero a partida termina, nesse modo específico os zumbis em chamas deixam relógios que dão um pequeno bônus nesse tempo; o terceiro e último modo de jogo é o Defend Daisy. Daisy é a namorada de Bruce, ela fica dentro de um carro no meio do cenário, os zumbis a atacam e seu objetivo é cuidar para que eles não a matem. Os zumbis em chama nesse modo de jogo deixam itens que recuperam a vida da garota.

Os zumbis em chamas são mais rápidos e dão menos pontos, mas cada um deles adiciona um multiplicador em seus pontos, esse é o grande motivo para tocar fogo neles, sem falar que eles deixam alguns itens diferentes dos zumbis normais. O legal de BZB é que não há só um tipo de zumbi, têm vários, têm os “normais”, umas bailarinas zumbis, jogadores de futebol americano zumbis (alguns deles vestidos de terno e gravata?), zumbis explosivos e até zumbis radioativos! O arsenal que Bruce utiliza para acabar com todos esses mortos-vivos é até bem distinto, temos as armas brancas: bastão de beisebol e um bastão que acredito ser de críquete (igual à usada por Shaun em Todo mundo quase morto), a moto-serra e um cortador de grama. Entre as armas de fogo temos: o revolver que é a arma básica do jogo, uma uzi, uma calibre 12. de dois canos, a glating gun, uma arma que suga cérebros, um lança-chamas e a que eu acho mais engraçada é uma arma sonora que faz os zumbis dançarem como o thriller do falecido Michael Jackson. Há também as bombas, que vão melhorando conforme você for pegando os itens que os zumbis em chama deixam.

burnzombieburn5801O Segundo modo de jogo que eu havia comentado é o de desafios, nada mais é que matar os zumbis seguindo alguns termos que a fase propõe.

Burn Zombie Burn têm multiplayer, o que é bom, tudo fica bem mais fácil jogando com um amigo, o único problema é que esse modo é somente com a tela dividida, não tem como jogar online, o que é realmente um pena, uma outra coisa ruim no multiplayer é que ele não tem nenhuma utilidade além do score, você não abre fases com ele nem ganha medalhas, uma pena… BZB têm algumas coisinhas que você vai liberando conforme vai ganhando as medalhas, como modos de visão diferentes e biografia dos personagens, há também alguns trófeis na PSN.

Sobre Burn Zombie Burn é isso gente, eu achei o joguinho bem legal, ele pode ficar cansativo as vezes, pelo fato de ser realmente muitos zumbis e não ter tantos cenários assim, mas vale a pena, ele é bem barato, em torno de vinte reais dependendo da cotação do dólar (9.99). Uma coisa que deixei de falar, a trilha sonora do jogo é bem divertida e se encaixa perfeitamente no clima que o jogo trás. Espero que tenham gostado, e agora vamos ao Elefunk.

Elefunk

Eu peguei Elefunk para jogar por causa da minha namorada, como a maioria das mulheres ela não entende a minha fixação por coisas mortas que andam e tiroteios, então baixei o demo da coisa mais engraçada que achei na PSN, e ela acabou gostando, por fim comprei o jogo. Elefunk é um jogo que eu classificaria como de física, não sei se é o certo, mas enfim. Seu objetivo é construir pontes que suportem os elefantes, parece fácil não é? Mas não é não, os cenários além de bem bonitos são muito estranhos, no sentido da construção das pontes.

elefunk-20080328051429678_640wNa realidade as pontes mesmo já estão construídas, o que você faz é a montagem da estrutura que sustenta essas pontes. Os cenários do jogo são bem bonitos, em quatro regiões diferentes e os elefantes são bem engraçados.

O jogo tem dois modos, o Puzzle, que segue o enredo e o Time Atack; conforme você vai seguindo no primeiro modo as fases vão sendo liberadas. Não há muito que dizer desse modo de jogo, o tutorial é um pouco simples, mas da os conceitos básicos. O enredo é bem simples, seus amigos elefantes foram seqüestrados e você deve resgatá-los, as pontes liberam seu caminho.

Agora o Time Atack é um pouco mais complicado do que só fazer a ponte, pois algumas partes da ponte já estão em um determinado lugar, e você não pode alterar essas partes, e sem falar que há um tempo determinado para completar o estágio. O jogo também possui multiplayer, que pode ser tanto local como online, as partidas se dão no mesmo modo que o jogo off, quem construir melhor e mais rápido ganha. A trilha sonora do jogo é engraçadinha, mas um pouco repetitiva, nada que incomode realmente.

Elefunk é um joguinho bem simples com uma proposta legal, o pelo preço, se você gosta desse tipo de jogo, vale bem a pena, ele está em torno de dez reais.

É isso ai gente, espero que tenham gostado do post, assim que der volto com mais alguma coisa.

Valeu!

UDFps3US-PKGmech02_mbQuando vi o Uncharted pela primeira vez achei legalzinho, imaginei algo como um Tomb Raider sem peitos como diz meu irmão, ou qualquer coisa do gênero, e acabei não me interessando muito, até que alguns dias atrás o jogo acabou parando em minha casa e resolvi jogar. Nunca tinha achado que o jogo fosse ruim, mas não esperava que fosse tão divertido, agora estou aqui para dizer tudo o que achei de Uncharted Drake’s Fortune.

Os Gráficos

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Os Gráficos do Uncharted são bem bonitos, não chega a ser um Resident Evil 5, mas também não fica tão atrás. Os cenários são bem realistas, isso se você se jogar no enredo do jogo. Da floresta tropical ao bunker nazista no fim tudo foi feito com muito cuidado. Mas o que surpreende mesmo nos gráficos de Uncharted são os personagens. Cada um deles é extremamente bem feito, suas feições e expressões são ótimas,você tem a sensação de estar assistindo um filme durante várias partes do jogo. E realmente o jogo daria altos filmes se fosse bem feito.

uncharted_alley_shootAgora ainda se tratando dos gráficos a única coisa que não me agradou muito foi o efeito de algumas explosões, principalmente as dos barris de TNT. Essas explosões ficaram muito estranhas, não parecem reais, mas nada que chegue realmente a atrapalhar o jogo.

O Enredo

Como é de meu estilo, sempre faço um breve resumo do enredo do jogo, só para quem ainda não conhece ter uma idéia do que se trata, e com Uncharted não pode ser diferente. Mas antes de entrar no jogo mesmo vamos falar do cara que é uma constante no jogo, Sir. Francis Drake.

Sir_Francis SirFrancis Drake (1540-1596 supostamente segundo o jogo) começou suas aventuras marítimas na realidade como pirata, não há outro nome para o que fazia, ele atacava embarcações espanholas atrás de suas preciosas cargas. Foi devido a essa habilidade do cara que a rainha Elizabeth I chamou o cara para ser seu explorador digamos assim. Seu trabalho era fazer contanto com novas culturas, e assim obter acordos comerciais para a coroa inglesa. Drake foi o segundo capitão a dar a volta ao mundo e devido a essas navegações há até uma parte do globo com seu nome, O estreito de Drake, que é a estreita faixa de oceano que liga o extremo sul do continente americano à Península Antártica.

Bem o cara fez muita coisa, mas bem resumido é isso. Agora segundo o jogo Sir Drake não morreu no ano que diz acima, ele forjou sua morte e foi atrás do tesouro dos tesouros o El Dorado. Nathan Drake o protagonista do jogo se diz um descendente do famoso Drake (históricamente Francis Drake não teve filhos), e depois de achar o caixão vazio de seu antepasado que continha o diário do cara, Nathan junto com a jornalista Elena e seu amigo Sully partem atrás desse tesouro, é claro que a coisa não é tão bonitinha quanto eu faço parecer. Elene vai de metida, afinal ela não quer perder a história, e Sully está afundado em dividas. Agora qualquer coisa que eu diga, além disso, pode estragar qualquer surpresa que o jogo ainda tenham para quem não o conhece por inteiro. Eu não conhecia praticamente nada do enredo do jogo, e do meio pro final me surpreendi, vale a pena. Detalhe, ao que parece Uncharted realmente vai virar filme, vamos ver no que isso vai dar…

Jogabilidade

Os controles do jogo são simples, eles se resumem em atirar, bater, pular e usar/pegar coisas do cenário. Os comandos reagem bem, não fiquei incomodado em nenhum momento com os controles, até mesmo quando se usa o sixaxis a resposta é boa. Mas o ponto forte mesmo da jogabilidade é o cover system, que realmente funciona bem, você pode se proteger praticamente atrás de tudo que achar possível, e ainda da para atirar pendurado nas plataformas. Em algumas partes do jogo você anda de jet sky, não é a melhor coisa do mundo, mas não chega a ser ruim. Legal mesmo são as partes com o jeep. Mirar é bem simples, é como a maioria dos jogos em terceira pessoa, diferente do combate desarmado, se você tenta fazer a seqüência simples tudo bem, mas a de três hits é muito mais chata de acertar, eu sei os socos somente quando os inimigos estão de costas, morte rápida e silenciosa.

Agora a parte ruim, as vezes as partes que de pulo dão nos nervos, em poucos momentos a câmera mais atrapalha do que ajuda, no entanto isso ocorreu bem pouco.

Coisas do jogo

Uncharted têm uma IA legal, não é das melhores, mas para o jogo encaixa bem, os inimigos tentam desviar dos seus tiros, se escondem atrás de caixas e muros, jogam granadas, mas o mais importante, eles sempre tentam te flanquear. Agora como você no jogo realmente enfrenta um batalhão, se for descuidado irá morrer muitas vezes. Outra coisa que agrada é a grande variedade de armas. É verdade que você consegue ir do início ao fim só usando as pistolas, mas o jogo trás um grande arsenal, incluindo snipers.E para quem se interessa pelos bastidores do jogo, há toda uma galeria com vídeos e ilustrações de Uncharted, isso vai sendo liberado conforme você for conseguindo as conquistas do jogo. E para quem não entende bem o inglês, o jogo da uma forcinha com um português dePportugal, o que é ótimo, mas tenha o bom senso de não mudar o áudio, só as legendas.

O que deixa a desejar um pouco no jogo é a duração, ele é meio curto, você pode terminar em um dia, ou dois se for direto, ou seja, umas dez horas de duração. Uma pena também ele não ter nenhuma opção online.

Bem, isso é o que eu tinha para dizer do Uncharted, sei que não é melhor review, mas eu to enferrujado, a faculdade acaba com a gente. Espero que tenham gostado do que leram, eu aconselho o jogo, gostei bastante. agora como sempre deixo a review da GT logo abaixo.

Valeu!

 

 

Left 4 Dead 2

Publicado: 2 de junho de 2009 em Cultura Nerd, Jogos, Zumbis
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left-4-dead-2-logoEu nem esperava isso tão cedo! Mas é verdade Left 4 Dead 2 está anunciado para o dia 17 de novembro deste ano. Ao que parece o jogo terá cinco novas campanhas (espero que gigantes) e novas armas, na seqüência vai haver a opção de meele weapons como Tacos de Beisebol e a consagrada por Ash Serra-elétrica! Em L4D 2 provavelmente haverá muito mais situação e opção de cooperação entre os sobreviventes, afinal esse é um dos focos do primeiro jogo. Cada gameplay vai poder variar ainda mais, parece que até o clima do jogo vai mudar em cada partida, tudo conforme o gameplay.

Se você ainda não acredita é só ver.

O site oficial.

http://www.l4d.com

Espero que tenham gostado da novidade, eu não vejo a hora de por minhas mãos nesse jogo.

Abraços.

pc090322qz0400Killing Floor é o mais novo FPS de horror lançado esse mês dia catorze de maio. Uma mistura entre zumbis muito macabros, frutos de experiências militares com uma boa dose de Counter Strike. São até seis jogadores online no modo Co-op, com um sistema de perk’s que sobem de nível conforme você joga e mais de doze armas disponíveis. A missão é simples, agüentar levas e levas de mortos-vivos até o local estar limpo. Todos os mapas são ambientados na Inglaterra, o que nos faz lembrar um pouco o filme Extermínio.

O jogo é basicamente uma matança, não há um caminho a ser seguido nem nada assim como em L4D. A única explicação é que uma terrível experiêcia militar deu muito errado transformando as pessoas em bizarros mortos-vivos, você só tem que sobreviver o quanto puder.

killingfloor

São cinco mapas disponíveis, mas o game já trás uma ferramenta de criação de cenários, mas não pense que é similar a de Far Cry 2, pelo contrário, ela lembra muito mais um ambiente do 3Ds Max do que qualquer outra coisa. As perk’s aqui em Killing Floor vêem para favorecer seu estilo de jogo, se você adora um lança-chamas há uma perk que lhe dará bônus com ele, agora se você adora HS há outra que lhe garante um dano maior quando se acerta um tiro na cabeça. Conforme seu desempenho durante as levas de criaturas, você ganha uma certa quantidade de dinheiro, no intervalo de cada leva há a possibilidade de ir ao mercador comprar armas e munição, similar ao CS.

O vídeo mostra a primeira leva de uma partida e a loja onde você pode comprar seu equipamento. Reparem que tudo é vendido em libras, assim como o sotaque deles é completamente britânico, tudo isso para melhor ambientar o jogo. KF ainda trás um sistema de conquistas muito parecidas com as que se tem em L4D. As armas do jogo são quase as de sempre, a maior diferença a na possibilidade de se usar meele weapons (armas brancas), como machado e serra elétrica.

Os gráficos não são os melhores, mas são bons. Os cenários são realistas, não parecem ter nenhum defeito de textura nem nada. A maioria dos mapas são em lugares sombrios e devastados, deixando o game com aquela cara de filme de terror, a musica pesada ajuda a você entrar no clima de Fight or Die (lutar ou morrer). Caso aconteça de você sucumbir ao mal, é só esperar o fim da leva de mortos-vivos que já estará de volta a ação, é claro sem seu equipamento, não podia ser diferente. Um outro detalhe interessante é o Slow motion que acontece durante o jogo, ele ocorre para todos os jogares, normalmente em horas que alguem está fazendo uma bela matança, então não ache estranho se do nada tudo começar a ficar lerdo. Os controles são bons, achei bem realista, é muito difícil mirar enquanto se está em movimento, o que deixa tudo mais complicado.

Bem gente é isso aí, espero que tenham se interessado pelo jogo, e que tenham gostado do post. Ainda não vi esse game para vender em nenhuma loja, mas quem tiver acesso ao steam ele já está disponível, e nem é caro nem nada. Vale a pena.

Valeu!

LEGO

Publicado: 20 de maio de 2009 em Cultura Nerd
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LEGO_LogoSempre gostei de LEGO, mesmo hoje depois de muitos anos ainda tenho os primeiros Lego’s que ganhei, e faço questão de nunca me desfazer deles. Apesar de hoje eu não ver tanta coisa legal por aqui no Brasil como tinha antigamente, Lego ainda é, e acho que sempre vai ser muito foda.

Há tantas opções de Lego quanto se pode imaginar, praticamente de tudo mesmo, aqui vai uma pequena lista.

10030_box_ampic25C721D4-5621-4369-A269-1ED1CCEBCAAC8386-1lego-tumbler-boxEsses são só alguns exemplos da grande variedade de tipos de Lego que existem, mas o numero de coisas que se pode fazer com esses blocos é quase infinito. Têm muita coisa legal na net feitas com lego, desde curtas até esculturas. Isso não é nenhuma novidade, mas aqui eu separei as que eu mais gosto.

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Essas são só algumas coisas legais feitas com Lego, tenho certeza que se você conhecer a referencia fica muito melhor. A Lego ainda têm alguns jogos baseado nos seus produtos, a maioria bem divertidos. Para quem tiver curiosidade o site da Lego é bem interativo, vale a pena conferir.

http://www.lego.com

Bem, espero que tenham gostado de alguma coisa, esse post foi só mesmo para mostrar quanta coisa se faz com esses blocos.

Valeu!