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Zombieland

Publicado: 5 de março de 2010 em Cultura Nerd, Filmes, Zumbis
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Finalmente depois de meses, depois até de ser lançado na PSN e em blu-ray lá fora Zombieland (ou Zumbilândia) chega ao Brasil… Que atraso. É verdade que eu podia ter visto o filme em outubro mesmo, era só baixar da internet, mas sinceramente odeio ver filmes no computador.

Post com spoiler

Mas então… Zombieland é bom? Bem, é sim. O filme apesar de curto foi muito divertido, achei legal a lista do protagonista de como sobreviver a um apocalipse de zumbis, apesar de faltar alguns itens, como: Nunca vá para uma cidade grande. Mas tudo bem. Uma coisa muito legal sobre essa lista é que sempre, ou quase sempre que ela era executada aparecia na tela, como se fosse um golpe que você faz em um jogo e aparece descrito, é mais ou menos por aí.

Agora se Zombieland é um dos dez melhores filmes de zumbis já feitos? Acho que não. O filme foi bem divertido, a explicação de como a infecção começou foi engraçada, as mortes ficaram legais, as cenas em câmera lenta firam foda, mas então qual o motivo dele não estar na lista de dez melhores? Bem, há filmes muito superiores, Shaun of the Dead é muito melhor. Zombieland não foi nenhum marco no mundo zumbi, nem trouxe nenhuma real novidade, só foi um filme muito bom e bem feito que deve que ser visto.

Acho que o principal motivo para ele não estar entre os melhores é o fato dos zumbis ficarem demais em segundo plano. Sei que vários dos clássicos fazem o mesmo, os zumbis são somente o pano de fundo para uma trama maior, mas em Zombieland parece que isso foi exagerado. Quase não há cenas que mostram os zumbis em todas as partes deixando em pânico a população, há só uma, mas não foi de impacto. Os zumbis em nenhum momento do filme dão a impressão que realmente são uma ameaça aos protagonistas, talvez só no final, mas seguindo o clima do filme você sabe que eles vão se dar bem.

Essa sensação de que nada vai dar errado com os quatro personagens foi o principal motivo para o filme não ser tão bom quanto poderia ser. É uma comédia, eu sei, mas ainda sim há zumbis nela, e qual seria a graça de filmes de zumbis se eles não fossem realmente perigosos?

Mas mesmo assim o filme foi ótimo. Um amigo me falou que a Wichita (Emma Stone) vale o filme inteiro, ela é linda e é um bom bônus pro longa. Agora que o Woody Harrelson ta muito foda no filme é verdade, muito engraçado o vicio dele por Twinkie, que parece estar em falta em todo o planeta. Só perto do fim do filme que achei um pouco exagerado as habilidades do Tallahassee, sem falar que no filme o modo de munição infinita tava ligado, menos quando era conveniente pra trama. Mas quem rouba o filme mesmo é o Bill Murray que interprete ele mesmo! Nossa quando ele apareceu no filme foi hilário, acho que foi a melhor parte do filme com certeza.

Sobre o filme acho que é isso, ele é diferente do tradicional, muito bom e divertido. Mesmo pra quem não gosta de zumbi e ache isso tudo uma grande besteira Zombieland continua sendo um bom filme. Se você não viu ainda, veja, eu recomendo.

Logo vou postar uma lista com os dez piores filmes de Zumbi já feitos, e acredite se quiser Zombie stripers não está na lista.

Valeu!

inFAMOUS

Publicado: 25 de fevereiro de 2010 em Cultura Nerd, Game Review, Jogos, Lista
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inFAMOUS é um jogo exclusivo para PS3 do tipo Sandbox, ou mundo aberto, como GTA. Aqui você controla Cole, um entregador que sobreviveu a uma enorme explosão que deixou grande parte da Empire City em quarentena. Com um enredo bem interessante, combates muito divertidos e poderes que dão um bom espaços para as mais variadas estratégias, inFAMOUS é uma boa escolha para quem gosta de jogos nesse estilo, curti HQ de super-heróis ou quer saber como superpoderes podem causar a morte de inocentes como efeito colateral.

Só um detalhe, eu nunca joguei Prototype, então nem vou comparar os dois.

O enredo

Tudo começa com uma grande explosão azulada em Empire City, um quarteirão inteiro da cidade praticamente some, mas no meio de tanta destruição alguém ainda está vivo, é Cole McGrath, um entregador que sem saber levava a bomba que matou a irmã de sua namorada Trish, e que ainda iria matar muito mais gente devido aos estranhos efeitos da explosão. Enquanto a cidade caia no caos Cole descobre que algo havia mudado, seu corpo agora conduz e controla eletricidade, e se regenera com ela. Empire City entra em quarentena, ninguém pode entrar ou sair. As gangues começam a proliferar, a pouca força policial que resta não da conta da onda de criminalidade. O que havia mudado Cole também transformou outros, que agora aterrorizam as ruas.

Essa é mais ou menos a introdução de inFamous, depois desse início caótico tudo que Cole quer é fugir da quarentena, mas isso acaba se tornando quase impossível. Ele é acusado de terrorismo e sua única saída acaba sendo a agente do FBI Moya, que o procura para oferecer um acordo, em troca da liberdade e de limpar seu nome  Cole, deve ajudá-la a achar seu marido John que estava trabalhando na cidade em sigilo investigando a seite The Firts Sons. Além disso, ele deve achar a Ray Sphere a arma que destruiu parte da cidade e lhe deu seus poderes.

Achei partircularmente interessante o enredo do jogo, talvez comece um pouco devagar, mas é realmente legal. E quando você fecha o jogo, o final não te deixa decepcionado, como acontece em alguns jogos, pelo contrário, o final responde algumas perguntas que no meio do jogo surgem, mas que você só repara mesmo quando aparece a resposta. O interessante também é que dependendo de suas ações, sendo Hero ou Infamous, as coisas mudam, não são grandes mudanças no decorrer do jogo, mas o suficiente pra te manter atento ao que acontece mesmo se você acabou de virar o jogo com um karma diferente.

Eu sempre gostei de ver a evolução dos super-heróis, e de como eles adiquirem poderes e tudo mais, e inFamous tem muito disso. Um bom jogo com um bom enredo, vale a pena.

Os gráficos

Os gráficos de inFamous são bons, principalmente na parte dos poderes e nas explosões, mas vamos começar pela cidade. A cidade foi toda bem feita, há praças, restaurantes, prédios grandes, pequenos, becos, estacionamentos, tudo que a gente esperaria de uma boa cidade num jogo. Os detalhes deixam tudo mais realistas, como os cartazes e placas. Os lugares são diferentes entre si, e você não tem aquela sensação de déjà vu. Outra coisa legal é que os três distritos são meio diferentes um do outro, o que da um pouco mais de realismo nessa parte. Agora uma coisa meio estranha na concepção da cidade são as diversas TVs espalhadas pelos telhados dos prédios. É bem comum em Empire City você ver uma cadeira e uma televisão no topo do prédio, o próprio lugar onde Cole se encontra com seu amigo Zeke é num terraço com um sofá e uma TV. Nessa cidade não chove? Não, durante o jogo não chove, mas ia ser legal se chovesse. Essas TVs servem para você ver como o governo manipula as notícias e também para ouvir o Tv Jacker, um cara que hackeia o sinal para dizer “a verdade” as pessoas de Empire City. Não a muito do que reclamar da cidade, foi bem feita e os gráficos são bons e sem erros de textura, agora vamos aos personagens.

Cole é bem detalhado, e seus movimentos são bem naturais, é interessante ver como a sua opção de karma influencia também na aparência do personagem (e do jogo num todo), não só pelos raios que mudam de cor, mas também por todo o resto que vou comentar mais tarde. Em questão de qualidade gráfica todos os personagens principais são bem feitos e possuem uma boa animação, apesar de algumas falas e da movimentação de Zeke não serem lá muito boas, também não são ruins. Os pedestres são bem variados e a aparência deles é boa, assim como a animação. Como são muitas pessoas andando pelas ruas é normal ter pessoas iguais, mas acredite você só vai reparar se ficar procurando. Quanto aos inimigos à coisa não muda muito, eles são legais e bem animados, seus movimentos são realistas e tudo mais que deveriam ser, mas infelizmente são pouco variados. O principal motivo dessa semelhança é a cor, todos eles usam roupas da mesma cor, não importa em qual distrito você está isso se mantêm. As únicas exceções são os Conduits, inimigos que possuem poderes assim como Cole, mas fora isso são todos meio iguais, é verdade que uns são mais gordinhos e usam lança-mísseis e outros mais magrinhos, mas acho que podiam ter feito mais coisas com relação a isso.

Meu elogio na parte gráfica mesmo fica como já disse antes, para os poderes de Cole e dos outros conduits que aparecem no jogo. Todos os raios que você solta são realista, e mesmo os outros poderes são muito bons. As animações de explosões são legais e deixam os combates mais divertidos. Como o ponto forte do jogo é o combate os efeitos não podiam ser inferiores.

Coisas do Jogo

O combate


Quando você não estiver correndo de um lado para o outro da cidade, ou surfando pelos trilhos eletrificados dos trens vai provavelmente estar em combate com alguma das gangues que dominam os três distritos disponíveis de Empire City. Pra quem já jogou algum jogo de tiro em terceira pessoa não há nada de realmente novo aqui. Você aperta L1 para ativar a mira e R1 para disparar o raio mais básico, um pequeno círculo é sua mira. O que torna o combate em inFamous mais interessante que o normal são as possibilidades. Você pode atacar seus inimigos de qualquer jeito, pendurado num parapeito, cabo de força ou em cima de um trem. Mesmo caindo de um edifício se tem a chance de eletrocutar os oponentes. Outra coisa legal dos combates em inFamous é a intensidade, em várias missões a quantidade de inimigos que se enfrenta é grande, e ver raios por todo lado, tiro e explosões é muito divertido. Os combates podem ficar bem intensos e você sente de verdade como é controlar um super-herói.

Mesmo só usando a eletricidade há uma boa variedade de poderes, alguns deles são exclusivos do karma bom e outros do mal. Esses exclusivos são bem diferentes entre si (do mal pro bom). Os golpes do Hero têm dano mais concentrado e são mais estratégicos, evitando assim a perda desnecessária de vidas civis. Já os do Infamous dão dano em áreas mais amplas e causa explosões o tempo inteiro.

Alguns poderes de Cole consomem energia que é contatada por uma corrente elétrica que fica no canto superior esquerdo da tela, como mostra a figura. O Lightning Bolt (raio mais simples) não gastam nada, mas quase todos os outros consomem alguma coisa. Você pode recuperar essa energia absorvendo eletricidade de qualquer coisa que a conduza ao seu redor, como carros, postes e geradores. O primeiro upgrade do karma bom para o Lighting Bolt de Cole carregam um pouco de energia sempre que você atinge um oponente. A Bio Leech mais usada por quem quer ficar com karma mal também enche toda energia e recupera sua a vida. Como no Call of Duty 4, aqui não há uma barra de vida, manchas de sangue aparecem na tela, quando você está muito mal tudo começa a ficar preto e branco. A vida enche sozinha, mas demora um pouquinho quando o estado é critico, o melhor é achar uma fonte de energia bem rápido.

Outra coisa legal no combate são as Stunts, que nada mais são que 20 modos diferentes de se matar os oponentes. Existem 21 stunts no jogo, mas uma delas não é relativa ao combate, nessa ultima você deve surfar por 4 cabos de energia em seqüência. A vantagem de se fazer essas acrobacias é que você ganha um bônus de XP cada vez que uma é executada, esse xp é usado para comprar os upgrades de seus poderes. Mas Cole não começa com todos os poderes liberados, em certas missões da narrativa quando você precisa restabelecer a energia elétrica da cidade é que se ganha uma nova habilidade. Alguns upgrades só são liberados dependendo do seu karma, por exemplo: o último nível do Lightning Bolt só pode ser comprado se você já adquiriu os dois anteriores e é hero ou infamous.

Aqui a lista das 20 stunts de combate, no jogo também há essa lista, mas só aparece uma de cada vez.

1 – Melee Finisher

Derrotar um inimigo usando o ultimo golpe do combo de socos.

2 – High Fall

Derrotar um inimigo fazendo-o cair de uma altura elevada.

3 – Environment Take-down

Derrotar um inimigo usando um objeto explosivo do cenário.

4 – Crusher

Derrotar um inimigo esmagando-o com um objeto.

5 – Airborne Melee

Derrotar um inimigo com golpes de melee enquanto ele está no ar (é mais fácil se der upgrade no melee).

6 – Sticky Bomb

Derrotar um inimigo prendendo nele uma Shock Grenade.

7 – Air Sticky Bomb

Derrotar um inimigo em pleno ar com uma Sticky Bomb.

8 – Premature Detonation

Use um Mad Bomber para matar outro inimigo.

9 – Crowd Control

Matar 5 inimigos com uma Shock Grenade.

10 – Ride the Lightning

Enquanto se esta deslizando pelos cabos ou pelos trilhos você deve derrotar um inimigo usando a precisão.

11 – Up Close and Personal

Derrotar cinco inimigos seguidos com melee sem usar nenhum raio e parece que tem que ser em menos de 30 segundos.

12 – Shock and Awe

Enquanto você está no ar deve atingir um oponente com um Lightning Bolt e depois atingir e matar o mesmo inimigo com a Thunder Drop.

13 – Insult to Injury

Usar a Sticky Bomb em um inimigo, mas você deve matar ele com a precisão ou a Shockwave antes da bomba explodir.

14 – Suspended Sentence

Matar um inimigo que esteja no ar com a Thunderstorm.

15 – Right Back At Ya

Usar a Shockwave para devolver uma granada arremessada em você e matar quem a jogou.

16 – Blast and Bolt

Derrotar um inimigo em pleno ar com Lighting Bolt.

17 – Air Strike

Derrotar um inimigo enquanto Cole está no ar.

18 – Have a Nice Fall

Derrotar três inimigos ao mesmo tempo com a stunt High Fall.

19 – Whack a Mole

Derrotar um conduit com uma Thunder Drop.

20 – Flying Head Shot

Derrotar um inimigo com um raio na cabeça enquanto ele esta no ar.

Essas são as stunts de combate, talvez o nome de uma ou outra seja diferente, mas o que se tem que fazer esta aí.

Missões


Como em muito jogos, principalmente os de mundo aberto inFamous é baseado em missões, há três tipos delas: As que fazem parte da narrativa, as que são relativas ao karma e as que auxiliam o povo em de Empire City que não tem relação direta com o karma. As relativas à narrativa são obrigatórias, você precisa delas para continuar o jogo. Os objetivos das missões tanto para o Hero, quanto para o Infamous são iguais, mas os acontecimentos mudam um pouco. Essas missões também são as mais divertidas e diversificadas, as missões secundárias deveriam ser tão interessantes quanto às principais. Já as missões relativas ao karma são mais legais que as outras missões não obrigatórias, são trinta no total, mas você só pode fazer quinze delas, pois assim que se completa uma dessas quest a relativa do karma oposto é bloqueada. Além desse bloqueio sempre que você concluir uma dessas quest você irá ganhar karma bom, ou mal dependendo da sua escolha. Outra coisa é que a cada cinco delas concluídas você pode desbloquear e depois melhorar um poder, para o Infamous é o Arc Lightning e do Hero é o Overload Burst, dois poderes muito diferentes. Eu achei as missões de karma ruim mais divertidas. Essas missões também servem para você completar 100% os distritos.

As missões secundárias só servem para você ganhar experiência e livrar as gangues das ruas. Cada vez que uma dessas é completada você toma posse de uma parcela do distrito em que ela se situa, nessa área tomada os inimigos não voltam mais, pelo menos não como antes. Em alguns pontos sempre vão aparecer oponentes prontos para uma emboscada. Essas missões são meio repetitivas e você vai se deparar com a mesma nos três distritos, já outras são versões mais curtas de algumas missões obrigatórias, essas são mais legais. Há algumas que servem para destravar as clinicas que nada mais são que checkpoints caso você morra. Se não estiver em nenhuma missão, não tiver nenhuma clinica liberada se você morrer vai voltar para terraço de Zeke. Certas missões pedem uma posição de Cole, o obrigam a tomar desições que também influênciam no karma.

Karma, Infamous e Hero

Karma é o seu medidor caráter, certas ações no jogo vão lhe render karma bom, outras ruim. Se seu comportamento no jogo for inconstante você pode ficar oscilando, mas não há um neutro (isso sem contar com o início do jogo) e nem há vantagem nisso, já que os poderes mais fortes são liberados quando se chega ao Hero ou ao Infamous. Quando é considerado um herói a cidade vai ser um pouco diferente de quando se é considerado infame. No geral há mais gente andando pra lá e pra cá sem fazer nada, quando Cole passa elas vão bater foto ou só gritar o nome dele. Já quando se está infame você é recebido a pedradas e as pessoas fogem de Cole, acho que a cidade fica mais acabada também.

Uma coisa muito boa do jogo é que quando há uma decisão entre uma boa ou má ação você ouve os pensamentos de Cole ponderando sobre cada decisão, e seus argumentos são muito bons pros dois lados. Isso ajuda quando você resolver ser infame, pois ele até têm um bom motivo.

Ações que dão karma bom/mal e as vantagens de ser herói/infame

Como há uma praga espalhada por toda Empire City você vai se deparar com várias pessoas caídas na rua pedindo socorro, algumas até já mortas. Às vezes pode ocorrer de algum cidadão vir pedir sua ajuda para curar alguém, ou denunciar um assalto. Esse tipo de coisa ficou muito bem feito e da um realismo extra para o jogo, sem falar no que as pessoas falam. A interatividade com a cidade é enorme. Essas são boas vantagens de ser herói, porque a cada cura você ganha 2 pontos de XP, não é muito, mas é bem rápido curar alguém e têm muita gente precisando, e quando é um assalto você ganha XP como em qualquer outro combate. Como herói você pode capturar seus inimigos vivos, o que também rende 2 pontos de XP, diferente da Bio Leech usada pelo infame que só da 1 ponto de XP. Outra vantagem é que o ultimo upgrade da Shock Bomb automaticamente captura os oponentes, rendendo mais 2 pontos de XP, às vezes ela causa uma execução, mas que também da XP, mas do karma negativo. Qualquer ação negativa gera karma mal, mas diferente de curar um pedestre, se você usar a Bio Leech em alguém que não seja um oponente você não vai ganhar XP. Algumas vezes as pessoas em Empire City vão tentar te matar a pedradas ou com socos, o dano não é alto, mas incomoda muito, da até vontade de sair destruindo todo mundo, e às vezes a gente faz isso mesmo. No caso do herói as pedradas vão para seus oponentes, e acaba que é a população que mata os inimigos, bem prático. O bom de ser infame é que em algumas missões há muitos oponentes ao mesmo tempo, e como a aérea das destruições que você consegue causar é muito maior facilita as coisas, e sem falar que você não precisa se preocupar se vai matar algum inocente.

Blast Shards e Dead Drops

Blast Shards são fragmentos da primeira explosão, eles estão espalhados por toda a cidade, alguns poucos estão escondidos, mas a maioria fica bem a vista, são 350 no total. O jogo te recompensa com alguns pontos de XP por cada um que você encontra, outra vantagem é que depois de se conseguir um valor anunciado pelo jogo você aumenta sua barra de energia. Além desses 350 fragmentos há também os Dead Drops que são mensagens deixadas por John que ajudam a você ter uma noção mais ampla do que está acontecendo, eles também rendem XP.

Defeitos

O que mais me incomodou no jogo foi o controle, não na hora dos combates, mas quando você quer pular em um lugar específico, ou se locomover com velocidade em lugares que têm muitas coisas para se agarrar. Quando você quer subir em um prédio, ou em qualquer lugar é tudo muito fácil, qualquer beirada, janela ou fresta que parece que da para se agarrar Cole pode usar para subir. Há uma espécie de magnetismo que corrige seus movimentos para facilitar essa subida, mas esse mesmo magnetismo enche o saco quando você só quer cair em linha reta pra pegar um fragmento, ou quando você quer atravessar um trilho de trem sem deslizar por eles. Por causa disso o que deveria ser uma tarefa simples acaba incomodando. Imagina você tentando se esconder trás de alguma coisa, com vários caras atirando em sua direção, mas Cole insiste em se agarrar no lugar errado pelo simples fato daquela fresta estar mais perto…

Você acaba morrendo…

Sim isso incomoda mesmo, mas mesmo assim esse erro não tira a diversão do jogo.

Outra coisa muito chata, mas que aconteceu muito pouco foi um bug do jogo, daqueles que você atravessa o cenário e vai caindo no nada até o jogo se tocar do que aconteceu e voltar para a clínica mais perto. Aconteceu só duas vezes comigo, mas continua sendo chato tu morrer do nada.

Bem gente acho que sobre o inFamous é isso, eu nunca fui muito fã de sandbox, mas gostei bastante de jogar. Aconcelho, é bem divertido e o enredo é muito bom. Agora deixo vocês com algumas ofertas da PlayAsia.

 

 

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Riddick apareceu pela primeira vez no filme escrito e dirigido por David Twohy (Jim Wheat e Ken Wheat também escreveram o roteiro), Pitch Black, ou como é conhecido por aqui Eclipse Mortal. O filme que trás Vin Diesel no papel do assassino Riddick, o único homem que se têm noticia a fugir da prisão Butcher Bay (se lembro bem o nome Butcher Bay não aparece no filme). Como aconteceu essa fuga é o que você descobre jogando o jogo para Xbox e relançado ano passado para todas as plataformas junto com sua seqüência The Chronicles of Riddick: Escape From Butcher Bay.

O enredo de Escape From Butcher Bay

O jogo começa com Riddick preso na nave de Johns sendo levado para Butcher Bay, uma das prisões mais seguras do universo, instalada em um planeta árido e coberto por desertos. Como Riddick foi capturado não sabemos, nos extras do filme Pitch Black há um diário de bordo que conta por cima como o caçador de recompensas conseguiu recapturá-lo após a fuga de Butcher Bay. Johns esperava lucrar muito com a captura de Riddick, mas Hoxie, o administrador da prisão não está disposto a pagar a quantia que o caçador deseja. Isso é importante porque Johns não vai embora, ele fica pelo local, pois não quer abrir mão de Riddick por tão pouco. Depois de ser escoltado até sua cela, numa seqüência muito boa e com ótima trilha sonora, é que o jogo começa, e não há tempo a perder. Seu objetivo é simples, procurar as falhas na prisão em busca de uma rota de fuga. Isso só é possível devido às diversas intrigas espalhadas pela prisão.

O enredo do jogo não é nenhuma novidade, você já começa sabendo que sua fuga é bem sucedida, mas isso não torna o jogo menos interessante. O roteiro de Escape from Butcher Bay também foi escrito por David Twohy, isso deixa o jogo muito mais ligado com o filme, pois você sente realmente que aqueles personagens são os vistos no cinema. Não cabe a mim contar passo a passo como se da à grande fuga de Riddick, mas digo que vale a pena, os diálogos do jogo estão ótimos e ajudam muito a se situar na narrativa.

Os Gráficos

Escape From Butcher Bay foi lançado em 2004, mas ano passado foi relançado junto com sua continuação Assault on Dark Athena. Todos os gráficos foram atualizados, não chegam a um nível de um jogo atual, mas você não sente que está jogando um título de 2004. O trabalho foi muito bem feito, o jogo de luz e sombras ainda está ótimo, assim como as feições e expressões dos personagens. Riddick e Johns ficaram muito parecidos com os atores que os interpretaram no filme, e como eles também fizeram as vozes não poderia ter ficado melhor. O que me chamou mais atenção com relação aos gráficos foi os cenários, todos eles bem pensados e interessantes. Para cada nível de segurança há um conceito diferente, muito compatíveis com os que existem nos filmes. Talvez o pior no quesito gráfico sejam os guardas, apesar de terem um bom conceito eles não variam muito em sua aparência, se não fosse pelas vozes você ia achar que está matando sempre a mesma pessoa. As armas também ficaram interessantes em Escape from Butcher Bay, apesar de termos as mesmas de sempre, escopeta, um rifle de assalto e uma pistola o estilo delas ficou bom o suficiente para parecerem futuristas sem deixar de ter realismo. Pena que durante o jogo quase não se usa essas armas, quando você está com um belo arsenal, perde tudo. No fim a arma mais usada é uma pequena pistola que dispara um choque que incapacita temporariamente a vitima.

Coisas do Jogo

O combate

Na maior parte do jogo você não terá nada além de suas mãos para se defender, mas considerando que você está controlando Riddick isso é muita coisa. O jogo trás um sistema de combate desarmado muito bom que até hoje eu não havia visto em outros títulos. Tudo é muito simples e os mesmos comandos servem também para qualquer tipo de arma branca. Há um botão de defesa e um de ataque, o diferencial é que depois de desferido o primeiro golpe você pode por o direcional para alguns dos lados para continuar golpeando, o mesmo pode ser feito em seguida, podendo se chegar a uma seqüência de três ou quatro golpes. Há também os counters (contragolpe) e alguns movimentos que são feitos quando o oponente está para morrer. Acertar o counter no tempo certo é um pouco difícil, mas a eficácia do golpe é recompensadora tanto pelo dano quanto pela animação do Riddick socando o inimigo. E se o oponente estiver usando uma arma de fogo o contragolpe o mata na hora em uma animação legal, mas sem variação. O combate é tão divertido que sempre que possível eu preferi usá-lo ao usar as armas de fogo.

Riddick como mostra nos filme é um mestre em se esconder nas sombras, e em Escape from Butcher Bay você utiliza muito dessa habilidade. Praticamente todos os guardas da prisão usam armas de fogo, mas isso não quer dizer que você possa usá-las, pois todas as armas possuem um decodificador de DNA que lhe dá um choque sempre que se tenta empunhá-la sem autorização. Enfrentar guardas armados não é uma boa idéia, então o melhor a fazer é se esconder nas sombras e atacar silenciosamente. O jogo lhe da uma boa dica para você saber se você realmente está invisível aos olhos dos guardas, a tela fica com uma tonalidade azulada. Mas se um guarda o viu antes de você se esconder, ou mesmo ouviu algo como uma lâmpada quebrando, ele pode ir a sua procura, mesmo com Riddick escondido pelo breu. Deixar um corpo exposto no meio dos corredores também pode lhe denunciar, sendo assim há a possibilidade de arrastar o cadáver para algum canto escuro e deixá-lo ali. Já o combate com armas de fogo é bem comum como em qualquer outro FPS, as armas são legais e os sons não são os melhores, mas também não são ruins. Não tem nada de novo nem do que reclamar aqui. Um último detalhe sobre os comandos, no jogo há uma espécie de cover-system, mas que funciona de maneira diferente com o que estamos acostumados. Quando você está próximo a uma parede ou escondido atrás de uma caixa, segurando o botão do comando e movendo o analógico na direção desejada, você pode dar uma espiada, e se estiver armado até atirar. O bom desse sistema é que se estiver no modo furtivo, vai continuar assim, mesmo olhando por cima da caixa ou pela lateral da parede.

Os cigarros, dinheiro e itens

Há vários pacotes de cigarros espalhados por toda Butcher Bay, você pode consegui-los comprando de outros presos, ganhando por ter feito algum favor, ou mesmo achando pelos lugares em que você passa. Cada um dos mais de sessenta cigarros é diferente, eles servem para liberar os extras disponíveis no jogo. Com o dinheiro é parecido, você pode achar as verdinhas espalhadas pelos cenários, ganhá-las no ringue ou nos dados. Às vezes os guardas que você mata deixam um pouco de dinheiro. Além de comprar os cigarros de outros presos, comprar seu espaço no ringue e jogar nos dados, o dinheiro também serve para se comprar munição e uma armadura de guarda, mas isso somente em uma parte do jogo. Há outros itens no jogo, mas no geral eles só servem para cumprir algumas missões ou como moeda de troca. A única exceção são os itens de cura, em Escape from Butcher Bay você tem alguns quadrados de vida, quando um deles é parcialmente perdido ele regenera se Riddick ficar parado, mas se você perde um por inteiro ele não volta. Para recuperar a sua vida deve se usar algumas das várias estações médicas que estão espalhadas pela prisão, elas funcionam com nanotecnologia e cada uma delas só consegue recuperar quatro quadrados de vida, mas usando um Nanomed Refil você pode fazer com que qualquer estação volte a funcionar.

As missões

Durante o jogo você se deparar com várias missões, algumas vão ser obrigatórias, outras não. Nas missões que você é obrigado a fazer há certa liberdade de como realizá-las, o jogo quase sempre oferece várias possibilidades. As missões secundárias não são necessárias para o enredo, mas se completadas você ganhará uma recompensa. Algumas vezes pode ser dinheiro, cigarros ou armas, mas em algumas outras a recompensa pode ser a ajuda da pessoa que lhe pediu o favor. Essas missões aumentam a vida do jogo, pois você pode querer voltar a jogar para completar todas. É na parte de missões que estão a maior parte dos diálogos do jogo. Essas conversas servem para se obter informações, favores, tudo que você precisa para tentar fugir de Butcher Bay.

Eyeshine

Quem viu o filme Pitch Black sabe que Riddick conseguiu seus olhos que conseguem ver tudo no escuro absoluto na prisão em que estava preso, ou seja, Butcher Bay. Ao começar o jogo você ainda não tem essa habilidade, mas não demora a consegui-la. O eyeshine é extremamente útil na maior parte do jogo, quando você esta andando pelos dutos de ventilação ou numa emboscada num corredor escuro, sem ele esses ataques furtivos seriam impraticáveis. Mas essa habilidade nem sempre ajuda, se um guarda apontar uma lanterna para o seu rosto quando se está com o eyeshine você fica cego, e isso pode significar a morte.

Robôs

Durante o jogo você tem a oportunidade de utilizar dois dos veículos blindados usados pelos guardas para fazer as patrulhas e defesas da prisão, são eles o Riot Guard e o Heavy Guard. O Primeiro funciona mais como um exoesqueleto blindado e com vários rifles no lugar das mãos. Já o segundo é um pequeno mech equipado com metralhadoras e mísseis. O controle desses equipamentos não é dos melhores, mas são realistas. O jeito como a máquina caminha, responde aos seus comandos e os sons que elas fazem ajudam muito a você ter uma boa impressão que está no controle desses robôs. O Riot Guard é mais fácil de ser pilotado, o Heavy é desajeitado, mas seu poder de fogo compensa.

Bem gente sobre o Escape from Butcher Bay é isso, agora mas ver a continuação Assault on Dark Athena.

Assault on Dark Athena é o segundo título da série, foi lançado ano passado para Ps3, Pc e Xbox 360. O jogo começa no exato ponto que acaba o primeiro. Basicamente tudo que há no Butcher Bay se mantêm no segundo, infelizmente Johns não tem uma participação ativa no Dark Athena, mas Vin Diesel volta a fazer uma ótima atuação de seu personagem mais sombrio.

O enredo de Assault on Dark Athena

Tudo começa na nave de Hoxie usada na fuga por Riddick e Johns. Os dois estão em sono criogênico numa viagem sem destino revelado. A pequena nave se aproxima de Aguerra Prime, um planeta quase todo coberto pelo mar, sendo sua principal economia a mineração. Orbitando o planeta uma grande nave de mercenários, a Dark Athena. Riddick sai de seu sono induzido e ao perceber que a grande nave está forçando eles a entrar em suas docas o assassino desaparece. Os mercenários forçam a entrada da pequena nave e injetam no local onde Johns dorme um gás. Revas, a capitã da Dark Athena sabe que Johns ajudou Riddick a fugir de Butcher e que agora há um bom preço pela sua cabeça. Seu objetivo aqui não é ajudar Johns, mas sim arrumar outra nave para continuar sua fuga. Durante o tempo que você fica na Dark Athena descobre que ela não é uma simples nave de mercenários, o que fazem ali é muito pior. Revas está criando um exército descartável de Drones. Pessoas comuns são seqüestradas e ao passarem por uma cirurgia ficam suscetíveis a ordens simples, ou podem ser controlados a distância por outra pessoa.

Os Gráficos

Os gráficos de Dark Athena são muito bons, não chegam a se destacar como os do Uncharted ou do Resident Evil 5, mas não há reclamação quanto a isso. Os efeitos de luz e sombra que já eram bons em Butcher Bay, aqui são aprimorados. As texturas e os personagens estão mais detalhados, assim como as animações. Os diálogos estão ainda melhores em Dark Athena, as vozes e as expressões soam realistas, o que deixa o jogo muito mais interessante. Há mais variações de inimigos do que antes, tirando os Drones que são todos iguais. Do meu ponto de vista o melhor dos gráficos estão na parte do jogo que se passa em Aguerra. Os cenários são incríveis, e a iluminação do lugar é ótima. As partes boas na Dark Athena (me referindo a nave) são as que mostram o espaço, que ficou muito bom também.

Coisas do Jogo

O combate

Há pouca variação do combate que se tinha em Butcher Bay, para o que há em Assault on Dark Athena. Talvez a única diferença seja as Ulaks, um par de facas exóticas que nas mãos de Riddick são mais mortais que qualquer outra arma do jogo. A maior vantagem de se usar essas facas é a velocidade, elas são muito rápidas e mortais, pois são dois golpes desferidos ao invéz de um. As animações dos counters e das mortes são muito mais váriadas, aumentando ainda mais a diversão que se tem no combate corpo-a-corpo. A parte furtiva do jogo é preservada assim como o combate. A tela fica azulada sempre que você está escondido nas sombras, há ainda a possibilidade de arrastar os corpos para evitar de chamar atenção e é sempre bom destruir as lâmpadas para aumentar o breu no ambiente.

Demora até você começar a usar as armas de fogo no jogo, no entanto os drones ajudam um pouco nisso. Acoplado ao braço de cada um desses autômatos há uma metralhadora que pode ser usada assim que você o abate. A munição é limitada e não tem como recarregar, mas já é uma boa ajuda. A maioria das armas de Butcher Bay ainda estão presentes em Dark Athena, inclusive com o mesmo design. Mas o novo jogo trás algumas novidades, principalmente no multiplayer. Durante a campanha, na parte em que se passa em Aguerra, você encontra uma arma usada para mineração, a SCAR. Essa arma dispara até cinco cargas explosivas que podem ser detonadas ao seu comando, muito útil para se fazer emboscadas. A munição dessa arma é infinita na campanha, mas no multiplayer não.

Itens e Bounty cards

Em Dark Athena os itens quase não existem. Você continuará recolhendo os refis do Nanomed, mas fora isso tudo que você pegar, além da Vent Tool, será exclusivo de missões e sem nenhuma utilidade prática no jogo, como em Butcher Bay que você podia comprar cigarros ou trocar itens por outras coisas com o NPC certo. Aqui os cigarros foram substituídos pelos Bounty Cards, que são os cartazes de “Procurado” do universo de Riddick. Esses cartões só servem para liberar os extras do jogo, alguns desses extras são perfis dos personagens que você encontra, bem interessante. Uma coisa engraçada nos bounty cards são as fotos e os motivos pelos quais as pessoas estão sendo procuradas, alguns chegam a ser ridículos.

As missões

As missões secundárias em Dark Athena são poucas, você pode concluir o jogo sem se preocupar com elas. Mas para quem quer uma boa oportunidade de completar a campanha mais de uma vez essas missões são uma boa ajuda. Essas missões até que são bem variadas, como entregar uma carta, ou destruir alguns satélites que estão bloqueando qualquer tentativa de comunicação do planeta.

Eyeshine


A principal característica de Riddick, o eyeshine continua exatamente como era em Butcher Bay. Eu só achei uma pena o fato de quando você ativa o eyeshine não há nenhuma animação do personagem tirando seus óculos. Quem viu o filme sabe que a visão normal de Riddick é a que nós vemos com o eyeshine ativo, e que ele usa seus óculos para escurecer tudo, para assim não ter sua visão ofuscada pela luz.

Drones e Robôs

Drones são humanos que depois de passarem por um processo ficam sem vontade própria, podendo receber ordens simples, ou mesmo servirem de marionetes para alguém que o controla a distância. Esse processo de transformação é explicado em um dos extras do jogo. Em alguns momentos você vai poder controlar alguns desses drones, os comandos são praticamente iguais ao do jogo normal, a única mudança é que você consegue ver o display do drone. No comando desse zumbi tecnológico se pode recarregar sua arma, o que não acontece quando se usa após abatê-lo. Em Dark Athena você toma o controle de um dos robôs usados pela tripulação, isso acontece quando você precisa caminhar pelo exterior da nave. Tudo é muito semelhante ao título anterior, a maior diferença é que durante o trajeto há algumas cabines de reparo, em que você conserta seu robô e recarregar a arma secundária. Essa caminha pelo exterior da nave é muito legal, o cenário ficou muito bem feito e há os efeitos da falta de gravidade.

Multiplayer

Diferente de Butcher Bay, Dark Athena há o modo multiplayer. São seis modos diferentes de jogo,  primeiro os mais tradicionais, Deathmacht, Team Deathmacht e Capture the Flag. Todos sem nenhuma modificação que os torne diferente do que já vemos em outros jogos. Outro modo é o Butcher Bay Riot,  que acomoda até doze jogadores divididos em três times, prisioneiros, mercenários e guardas, nesse modo você compra suas armas, o dinheiro se ganha matando oponentes. O principal objetivo do B.B. Riot é levar uma célula de força até a base inimiga. Outro modo de jogo bem interessante é o Pitch Black, esse estilo de partida se passa em um mapa todo escuro, um dos jogadores controla Riddick que tem a sua disposição o eyeshine, os outros devem caçá-lo somente com o auxílio de suas lanternas. Quem matar Riddick o controla no início da próxima partida. O último modo de jogo é o Arena, são dois jogadores, ou duas duplas se enfrentando em uma pequena arena tendo disponível todo o arsenal do jogo.

O que podia ser melhor

A I.A. do jogo não é muito boa, não chega a ser ruim, mas nas partes mais furtivas do jogo a gente nota as falhas. Se esconder nas sombras podia ser muito mais desafiante e tenso se isso fosse melhorado. Outra coisa que podia ser melhorado do primeiro para o segundo jogo é a variedade de armas, quase não há diferença entre os dois títulos. Acho que até o Escape From Butcher Bay tinha mais armas. No primeiro jogo tem uma parte em que você se disfarça e caminha por uma parte da prisão, muito legal para a exploração, pena não ter nada assim no Dark Athena, o jogo ficou muito mais focado na ação perdendo os elementos de RPG que diferenciavam o EFBB.

Bem gente sobre o jogo acredito que é isso, logo que eu conseguir os filmes o post vai estar com mais conteúdo. Espero que tenham gostado, acho mesmo que o jogo vale, eu me diverti bastante jogando e ele não é curto. E as ofertas da PlayAsia pra quem quiser dar uma olhada.

Valeu!

 

 

O preço tá muito bom, menos de 50 reais sem envio, acho que vale. Pra quem ficou interessado e quiser ver a oferta é só clicar aqui ou na foto.

Eu curti muito o primeiro jogo, e espero poder jogar logo o segundo. Pra quem não jogou nenhum dos Army of Two no link têm as ofertas dos dois jogos. Pra ver é só clicar aqui ou na foto.

Guia Nerd??

Publicado: 6 de fevereiro de 2010 em Cultura Nerd
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Nerd? Guia Nerd? Nossa esse tipo de coisa não existe, ou pelo menos não deveria existir, mas um amigo meu resolveu fazer algo do tipo. Mas não um guia que te torne um nerd, isso seria muito estranho, e acredito inviável também, como o “Guia em dez passos de se tornar um gótico satanista para burros” (não que eu acredite que todo gótico seja satanista, ou todo satanista gótico, ou todo burro os dois). Mas um guia para ajudar os que se consideram nerd, mas bem nerds, daquele tipo que nunca chegou perto de uma mulher, a conseguir a sua.

Isso mesmo, um guia de como se aproximar, conversar e tudo mais que você possa imaginar. Meio estranho não é? Eu também achei, e também acharia ridículo se não fosse pelo humor que transborda dos post. Então não leve a sério e se divirta, ou leve a sério, não sei… Mesmo… Vale dar uma olhada.

http://guiaromanticonerd.wordpress.com/

Batman Arkham Asylum, um jogo muito foda. Eu nunca fui fã do Batman, sempre gostei, via o desenho e já vi todos os filmes, até aqueles nojentos do Joel Schumacher. O cara até um bom diretor, mas no Batman foi péssimo… Enfim Eu gosto do personagem Batman, mas nada demais. O que acho mais legal é o fato dele não ter poderes, tirando o fato de ser podre de rico. Então esses dias sem nada para fazer conseguir ter em mãos esse título e fui jogando, e posso dizer agora que vale muito a pena!

O Enredo!

O enredo do jogo foi escrito por ninguém menos que Paul Dini, que para quem não sabe foi um dos roteiristas de um dos melhores desenhos do Batman, o Batman: The Animated Series, e o que ele entrega no jogo não deixa nada a desejar. Tudo começa com o Coringa fazendo de refém o prefeito de Gothan, na própria prefeitura. A policia, a swat e o Homem Morcego vão até o local para acabar com a ameaça. Sem muito esforço o rival de Batman é capturado, o que foi muito estranho. Então desconfiado Batman resolve ele mesmo levar o Coringa até o asilo Arkham, onde todos os criminosos com distúrbios mentais são presos. Para quem não sabe esse nome foi criado pelo escritor H.P. Lovecraft, Arkham é originalmente uma cidade onde se passam vários dos  mitos do Cthulhu. Voltando ao jogo, Batman acompanha o Coringa até a unidade de tratamento intensivo, e, a partir dali, tudo fica por conta do pessoal do Arkham, mas isso era tudo que o maluco de largo sorriso queria. Rapidamente todo o local fica fora de controle, a Arlequina já estava no asilo pronta para ajudar seu amado a realizar seu plano mais ambicioso, e o Batman caiu em sua armadilha.

Acho que contar mais que isso ia estragar muito o jogo, pois o enredo é muito bom. Certas partes da narrativa realmente me surpreenderam, pelo jeito que interagem com o jogador e também pelo modo que utilizam as mecânicas do jogo. Vale muito mesmo, se você tiver a chance de jogar esse jogo não deixe passar.

Os Gráficos

Batman Arkham Asilum possui ótimos gráficos, os personagens são bem detalhados, o movimento é suave e natural (devido à captura de movimento) e nas texturas até onde vi não há nenhuma falha nem nada do tipo, somente a sincronização dos lábios com o som das vozes (que estão ótimas) é que poderia ter sido melhor. Uma coisa muito legal que você deve poder enxergar na foto acima é as texturas das roupas dos dois, e durante o jogo da até para ver o detalhe da barba meio por fazer do Batman. E falando do personagem Batman mesmo, o conceito dele ficou muito bom, a roupa é perfeita, mantêm aquele clima dos quadrinhos sem parecer ridícula nem nada assim, e os acessórios dele também são muito legais, sem falar que ele ta muito bombado, andando ocupa metade da tela. Na parte de gráficos o jogo é muito bom, não foi o melhor de 2009, mas chegou perto. Mais uma coisa que quase me esqueço, às vezes as texturas demoram para carregar, não atrapalha em nada no jogo, mas eu acho chato.

Outra coisa que achei foda no jogo é que à medida que você vai avançando, o Batman vai se quebrando todo, seja pelo confronto com o Bane ou mesmo pelos capangas que estão espalhados pelo lugar, mas o que importa é que você nota esse desgaste do herói pelas roupas, cortes vão aparecendo e a capa fica parcialmente rasgada. Um toque especial para mostrar que essa é a pior noite da vida do Batman.

Coisas do Jogo

Sistema de Combate

O sistema de combate do jogo é muito bom, mas não é perfeito. Ele foi feito para você ter a sensação de poder estar no meio de dez inimigos e ser capaz de acabar com todos eles sem nenhum arranhão, como o próprio morcego faria. E realmente é isso que o jogo te proporciona. Os golpes do Batman são fortes e logo põe os oponentes no chão, você pode facilmente ir de um inimigo a outro, mesmo que ele esteja do outro lado da tela. A variedade de golpes que um só botão desfere é soberba, e se você somar aos outros movimentos feitos se tem realmente à impressão de se estar controlando um mestre do combate desarmado. O sistema de counter (contragolpe) é muito bom e útil, cada vez que um oponente vai lhe atacar alguns raios azulados aparecem em sua cabeça, assim, fica muito fácil saber quando usar o comando corretamente. Em outros inimigos esses raios são vermelhos, o que significa que não há como dar o counter. Há outros movimentos que podem ser utilizados para maximizar seu combo, como arremessar bumerangues e usar sua capa para tontear os oponentes. Mas não pense que todos os combates do jogo são fáceis, apesar de você realmente se sentir muito foda usando o Batman, o jogo trás dificuldades, principalmente quando você começa a fazer os challenges que são liberados à medida que se desvenda os enigmas propostos pelo Charada. Se não fosse por esses desafios talvez você nem tentasse se aprimorar nos combates, pois no jogo normal se consegue passar com relativa facilidade.Nem sempre você vai se deparar com inimigos desarmados, e é aí que o Cavaleiro das Trevas mostra seu lado mais sombrio. Quando há armas de fogo envolvidas o combate direto não é opção, afinal Batman é um humano sem super poderes, então pegá-los desprevenidos é o jeito. Sendo furtivo você pode nocautiar os inimigos silenciosamente sem levantar suspeitas, ou pendurá-los de cabeça para baixo em uma das gargolas espalhadas pelas estalações de Arkham.

Uma coisa muito legal é que você pode preparar armadilhas e usar o cenário a seu favor, o que torna tudo mais divertido, e, além disso, o Batman têm um outro trunfo, o Detective Mode, que é um sistema de visão com raios-X inteligente. Nesse modo você consegue enxergar quantos inimigos estão no local, se estão armados ou não, pontos fracos nas estruturas e até dutos de ventilação que podem lhe ajudar a andar por tudo sem ser descoberto. Uma coisa que achei muito boa foi a A.I. do jogo, assim que os capangas começam a ver que algo está dando errado; como encontrar um companheiro inconciênte no chão, eles logo se juntam em duplas e começam a procurar o Batman. Quanto mais bandidos vão ao chão, mais desesperados os outros ficam, alguns podem até entrar em pânico. Você pode usar todos os equipamentos do Morcego para acabar com os inimigos, basta ser criativo, e nisso os desafios ajudam muito.

Como comentei antes o sistema de combate não é perfeito, ele é sim muito bom e a pouco do que reclamar, mas às vezes coisas chatas acontecem. A câmera pode ser um pouco problemática, quando o ambiente é muito fechado ela pode ficar em uma posição que limita muito sua visualização dos oponentes, fazendo que você tenha dificuldade de se situar no combate. Outra coisa que chata, é que algumas vezes parece que se está mirando em um oponente, mas o golpe desferido acaba ficando no ar, e um golpe em vão significa perder o combo. Durante o jogo isso não é um problema muito grande, na realidade você nem vai ligar quando acontecer, mas nos challenges isso pode acabar com um round. Tirando isso, tudo dez.

Enigmas

Perto do início do jogo Edward Nigma, também conhecido como Charada entra em contato com o Batman, usando a mesma linha de comunicação que se tem com o Oráculo, antiga Batgirl. Ele fala que há vários enigmas espalhados pela ilha, e te desafia a encontrar todos. São mais ou menos 240 (pode ser 260, não lembro bem). Esses enigmas são divididos em três tipos, os troféus, que são pequenos pontos de interrogação espalhados pelo asilo, outro tipo é os de objetos incomuns que são as repostas para as charadas e a terceira e última são pontos de interrogação incompletos, que só são visualizados corretamente de um único ponto, e você deve achar esse ponto. Resolver esses enigmas serve para abrir os desafios do jogo e todos os outros extras que há, como biografias e modelo dos personagens em 3d, semelhante aos do Resident Evil 5. Esses enigmas foram bem mais fáceis do que eu imaginava, talvez no início complique um pouco, mas depois que se pega o padrão vai tranqüilo. Alguns desses enigmas só podem ser encontrados se você estiver com o Detective mode ativado.

Detective mode

Além de ajudar durante o combate silencioso, o modo detetive é usado para achar enigmas que de outros jeito seria impossível e também para o seguimento da narrativa. Usando uma mudança de espectro muito maneira, Batman pode isolar certos elementos encontrados num local e assim seguir a pista de alguém. Isso deixa o jogo muito mais interessante, pois além de dar um bom equilíbrio entre os combates, mostra também esse lado do Morcego que nunca foi explorado em jogos anteriores.

Única decepção

Não vou entrar em detalhes aqui, mas posso dizer que o último confronto do jogo foi fácil demais…

Upgrades

Quando se vence um combate, ou resolve algum enigma do Charada você ganha pontos de experiência, depois de ganhar uma certa quantidade você adquire um ponto para gastar em uma lista de mais ou menos vinte itens, como novos golpes, mais vida, ou mais bumerangues. Quando você chegar ao fim do jogo provavelmente vai ter completado todos os upgrades. Seria legal se houvesse várias possibilidades.

Bem gente, acho que sobre o jogo é isso. Pra quem não jogou, JOGUE! Se possível agora, pois é muito bom mesmo. Cada detalhe do jogo foi bem pensado e tudo se encaixa bem, sem falar que a Arlequina ta demais. Espero que tenham gostado do post e agora deixo vocês com algumas ofertas da Play Asia.

 

 

Clicando na foto ou aqui, você pode ver todas as ofertas do jogo do Batman para qualquer plataforma e a edição de colecionador.

Tanto para PC quanto para 360, Mass Effect 2 promete muito. Para ver as ofertas é só clicar aqui ou na foto.

Engraçado pra Nerd

Publicado: 14 de janeiro de 2010 em Cultura Nerd, Lista
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Nerd não é uma coisa muito certa, há várias pessoas que a primeira vista são extremamente diferentes, e mesmo assim podem ser consideradas nerds. Ser nerd pode até estar um pouco na moda, mas quem o é de fato sempre o foi, e sempre será. Uma coisa muito peculiar nos nerds/geeks é o senso de humor fora do padrão, e foi pensando nisso que fiz esse post, quero mostrar alguns vídeos que no geral só seram engraçados para aqueles que compartilhem um certo ponto de vista um tanto NERD!

Quem nunca jogou um FPS?

I got Balls of Steel

Vou comer a tia do Batman!

IT??

Star Trek

Silent Hill

Nada melhor

Wierd Al

Mario

Bem gente, esses foram alguns que eu consegui lembrar, se alguem tiver alguma sugestão só mandar um comentário. É isso ai.

Valeu!

William Gibson – Neuromancer

Publicado: 14 de janeiro de 2010 em Cultura Nerd, Livros
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William_Gibson_by_FredArmitage

William Gibson pode não ser um nome muito conhecido pelo Brasil, mas se você gosta do filme Matrix, Alien 3, ou do rpg Shadowrun e de qualquer coisa que seja cyber/steampunk, então você devia conhecer esse cara. Pra quem não gosta de nada disso basta saber que Gibson é um dos grandes nomes da literatura de ficção cientifica da atualidade.

Eu até alguns meses atrás não conhecia a obra de Gibson, já tinha ouvido o nome dele, tenho certeza disso, mas é de ouvir e esquecer no minuto seguinte. Mas então veio até mim um dos primeiros (talvez até o primeiro, não sei) romances dele, Neuromancer. O enredo é muito envolvente, e mesmo se passando numa Terra futurista você não fica perdido, pois tudo é muito bem armado e coerente.

O protagonista é um cowboy, um ex-hacker chamado Case, após ter sido pego tentando roubar dinheiro dos seus chefes é envenenado por uma microtoxina que lhe impede de se conectar a matrix. É como se a internet do futuro se conectasse direto ao seu sistema neural, mas mesmo assim você ainda ia precisar de um computador. Bem como faz algum tempo que li o livro não lembro o nome correto desse equipamento que eles usam para entrar na matrix, mas com certeza não deve ser nada parecido com um pc de hoje em dia. Sem poder se conectar Case pega todo o dinheiro que tinha e vai para Chiba City tentar reverter o efeito da microtoxina, mas sem sucesso. Chiba é realmente uma cidade no Japão, mas agora não tenho certeza se é a mesma do livro, mas acredito que sim. Nada ia bem para ele até que uma misteriosa mulher com olhos prateados aparece, e a partir daí só lendo o livro, eu não vou estragar a leitura de quem se interessar.

Esse vídeo é alguns desenhos de como seria o visual de Neuromancer, não sei quem fez nem com que objetivo, mas achei legal.

Parece mesmo que há um filme do Neuromancer em andamento ou algo assim, qualquer novidade eu tento postar também. Bem gente o post é curto hoje, só quero despertar a curiosidade de quem ler para esse autor. Vale muito a pena ler o Neuromancer, e tenho certeza que qualquer outro livro dele também. Espero que tenham gostado.

Valeu!

Há vários jogos de zumbis hoje em dia, e para quem é fanático pelo tema como eu isso é uma maravilha. Então resolvi dar uma dica sobre dois jogos de zumbis bem legais. O primeiro deles é bem recente, foi lançado esse mês (dezembro de 2009) chamado Zombie Driver, o segundo já não é tão recente, o Plants vs Zombies. Vamos aos jogos!

Zombie Driver é um jogo em que você dirige vários carros em um ambiente apocalíptico, onde os zumbis dominaram tudo. Bem o ambiente já é bem familiar pra todo mundo e não há nenhuma novidade, não que isso tire a graça da coisa. O jogo têm dezessete missões segundo o site oficial (www.zombiedriver.com), e nelas você têm vários objetivos, os principais que são obrigados a serem cumpridos e os secundários que não são obrigatórios. Eu não cheguei a terminar o jogo, mas por enquanto esses objetivos parecem muito repetitivos, mas não que isso atrapalhe, mas tudo que você faz é ir a determinado lugar, matar todos os zumbis e resgatar o povo que está lá. É claro que cada vez vai ficando mais difícil, e em algumas missões há o fator tempo envolvido.

Para fazer as missões você pode escolher usar um táxi, um carro esporte, ou até mesmo uma ambulância. São seis carros disponíveis durante o jogo (parece que há um sétimo que pode ser liberado ao termino do jogo). Cada um dos carros pode ser melhorado e equipado com metralhadoras, foguetes e até lança-chamas, além de otimizar a resistência, velocidade e a capacidade de atropelar os zumbis. Uma outra coisa legal é que há vários tipos de zumbis, até cachorros zumbis.

Quanto mais zumbis você mata, mais dinheiro ganha para melhorar seu veículo, e o jogo trás um sistema de combo interessante, cada jeito diferente que você utiliza para eliminar os mortos-vivos conta para aumentar seus pontos. Há diferenças inclusive para os atropelamentos (derrapando, de frente, de ré).

Uma coisa que chama muito a atenção no jogo é a física utilizada, apesar de algumas explosões e batidas serem muito cinematográficas a maneira como elas reagem fisicamente é muito realista, isso junto com os belos gráficos criam um cenário bem verdadeiro e envolvente.

No geral o jogo é ótimo, mas o seu ponto fraco são os controles. Infelizmente o único modo de dirigir é pelo teclado, não há como jogar com um joystick, o que deixaria tudo mais simples, pois além de facilitar a direção teríamos um melhor controle da velocidade. Para quem lembra dos primeiros GTA o modo de dirigir é basicamente o mesmo.

Do Zombie Driver é basicamente isso, espero que tenham gostado. Vamos agora ao Plants vs Zombies.

Plants vs Zombies é um jogo bem humorado do tipo tower defense, em que você usa defesas fixas para matar seus inimigos. O campo de batalha desse jogo é sua casa, e as plantas de seu jardim é que são suas linhas de defesa. Tudo é bem simples e muito viciante, as fases vão aumentando de dificildade progressivamente, assim como as melhorias das suas plantas, e, além da campanha normal de jogo  há vários mini-games que lhe incentivam a voltar e continuar a jogar.

Diferente de outros jogos que você compra suas unidades com dinheiro, ou mesmo recursos como minérios e madeira, aqui você usa luz solar, ela pode vir naturalmente do céu ou pode ser gerada por um tipo especifico de planta, o girassol como mostra a foto (tem um cogumelo que também gera luz solar). E você usa de tudo para dar conta dos mortos-vivos, há nozes que servem como escudos, cerejas explosivas, bombas de batata, atiradores de ervilha e muito mais. Tudo parece muito bobinho, mas é engraçado, e quando se começa a jogar é muito difícil de parar. A campanha principal do jogo se divide em torno de sete ou seis estágios, não lembro bem, e cada um deles têm suas próprias divisões e dificuldades.

Antes do início de cada fase essa tela (foto acima) mostra todos os zumbis que você irá enfrentar, e também se é dia ou noite. Dentro do quadro marrom estão todas as plantas disponíveis para serem usadas, dependendo dos zumbis que você vai enfrentar é que se decide o que vai levar para fase.

Como já comentei além da campanha normal há vários mini-games e outros modos de jogo, há até um jardim em que tudo que você deve fazer é cuidar das plantas, o bom é que isso lhe rende dinheiro para comprar com seu vizinho maluco várias melhorias para o seu arsenal de plantas. Desses modos de jogo o mais divertido é o Survivor, em que você deve agüentar várias levas de zumbis muito mais difíceis que as que se encontra no jogo normal. É nesse estilo de jogo que as melhorias se fazem essenciais. Uma coisa chata do jogo é que as vezes fica com tanta coisa passando na tela que você nem consegue ver onde está o mouse, meio chato isso.

Bem gente sobre os dois jogos é só isso, são dois títulos bem divertidos com zumbis e valem a pena dar uma olhada. Espero que tenham gostado do post, qualquer coisa só deixar um comentário ou mandar um email, e agora como sempre deixo vocês com uma oferta da Play Asia.

 

 

 

Novo jogo do Assassins Creed, muito legal. O preço ainda está meio alto, mas fazer o que, é lançamento. Para ver a oferta é só clicar aqui ou na foto.

God Of War III – Demo

Publicado: 13 de novembro de 2009 em Cultura Nerd, Game Review, Jogos
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God-of-War-3-1833Quem não conhece a franquia God of War não deve jogar videogame há muito tempo. Os dois primeiro jogos para o PS2 são sucessos em vendas e em criticas, e, com o lançamento do terceiro jogo se aproximando os dois primeiro títulos voltam para o PS3 no God of War Collection.

O God of War III tem seu lançamento marcado para março de 2010, e nenhum demo foi divulgado na PSN, o único que tenho conhecimento é o mostrado na E3 deste ano e que felizmente eu consegui jogá-lo. Aqui vai minha opinião sobre o demo do God of War III.

No demo você não tem nenhum tipo de opção, não da para configurar os controles (da para configurar se você quer inverter os eixos na hora do vôo, mas só isso), volume nem nada do tipo, não que isso realmente importe. Também não é acessível a tela de habilidades em que você pode dar upgrades em suas armas e skills. Mas tudo que realmente importa está presente, e isso é a pancadaria e o sangue, muito sangue. Mas vamos começar pelo que mais chama a atenção logo de cara, os gráficos.

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Pelas fotos não da para ter uma noção tão boa quanto jogando, mas os gráficos ficaram mesmo animais! Ainda não pude ver o Uncharted 2 para comparar, afinal parece que possui os melhores gráficos para o ps3 atualmente, mas posso dizer que God of War 3 destrói. Os efeitos de luz e sombra são incríveis, há partes mesmo durante o demo que tudo é tomado pelo breu e as únicas fontes de luz são as espadas de Kratos que ficam incandecente quando um golpe é dado. Nessa parte é facil de ver como os gráficos evoluiram do primeiro e segundo para o terceiro.

Outra coisa que achei demais neste demo do terceiro jogo, que faltou no segundo foi a violência. Qualquer um que tenha jogado o primeiro jogo e depois o segundo nota um abrandamento nesse quesito. Nada que realmente tenha prejudicado o segundo God of War, mas é muito divertido ver o Kratos tocando o terror geral, e quando você sai matando muita gente o corpo de Kratos fica coberto de sangue, muito legal.

Uma coisa que o vídeo mostra, além do fato de agora ser possível tomar o controle dos ciclopes, e é claro, sair matando tudo que estiver pela frente, é o fato que os botões de ações, sempre presentes na franquia quando algum feito cruel é executado, aparecem na tela em posicões diferentes dos jogos anteriores. Agora cada botão parece na tela na posições em que está posicionado no controle (triangulo na superior, X na parte inferior e assim por diante). De início eu não notei essa mudança e acabei apanhando, mas depois que a notei  ficou fácil. Uma outra coisa que o vídeo mostra são as manoplas de leão que Kratos usa para aniquilar seus inimigos, esse tipo de arma não é uma total novidade na série, afinal no Chains of Olympus para o PSP você também usa uma manopla como arma.

O arco também está presente, e se tornou essencial para proseguir no jogo. Há duas partes no demo em que você deve provocar harpias com seu arco para fazê-las se aproximarem o bastante para então Kratos poder se agarrar nelas e com isso atravessar áreas que só com o pulo e as asas não seria possível.

O demo é muito curto, não chega direito há vinte ou trinta minutos de jogo, mas é muito divertido. Tenho certeza que GoW 3 vai ser um jogo obrigatório para todos os donos de PS3. Qualquer um que queira ver o gameplay completo do demo é muito fácil de achar no Youtube, mas pra quem tem preguiça aqui está.

No vídeo é comentada sobre a edição de colecionador do jogo, ela já foi divulgada.

gow-preorder_09Além de vir nessa urna super maneira que é uma replica da Pandora’s Box, a edição de colecionador trás também um Art Book. Os outros itens dessa edição são para download, há uma arena de combate, com sete desafios para serem cumpridos, uma roupa diferente para Kratos, há também um documentário sobre a fraquia God of War, além da trilha sonora original e todo um cd de metal inspirado nas musicas do jogo.

Bem gente era isso, espero que tenham gostado do post, e do jogo é claro, não vejo a hora do lançamento. Então para finalizar deixo vocês com minhas dicas de compra da Play-asia. Valeu!

pa.165544.1Dois jogos em um, sem falar que cada um dos dois têm suas próprias conquistas. Vale muito a pena, e o preço está em conta, menos de cem reais (o envio já não sei). Para ver a oferta é só clicar aqui ou na foto.

 

pa.135257.1Ainda é pré-venda, mas para quem quer garantir o seu vale a pena dar uma olhada na oferta. Esse é um jogo que todo mundo devia ter. Para ver a oferta é só clicar aqui ou na foto.

 

 

pa.152168.1Outro jogo que não pode ficar de fora de sua coleção. Eu infelizmente ainda não o tenho, mas não vejo a hora de comprar, o primeiro foi ótimo, o segundo parece muito melhor. Para ver a oferta é só clicar aqui ou na foto.

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Sei que estou um pouco atrasado pra falar dessa animação, mas só agora me restou um tempo, e não podia deixar de dar minha opinião sobre esse desenho. Também vou comentar sobre o jogo, que não é nem de longe tão bom quanto o filme, mas que mesmo assim vale a pena dar uma olhada.

Antes de começar a falar do filme mesmo quero comentar sobre algo que já é tradição na Pixar, os curtas. Em todos os filmes feitos por esse estudio nós vemos um pequeno curta, que é sempre tão bom quanto o próprio filme. Eu acho isso algo ótimo, e que devia ser mais estimulado. Não me refiro somente as amimações, mas todo tipo de filmes e de curtas. Hoje em dia nos cinemas antes de começar os filmes nós vemos mais propagandas do que trailers, isso é um absurdo. Se eu já estou pagando pra ir ver algo no cinema, é porque não quero ser incomodado exatamente por isso, propagandas, sem falar é claro no som e no tamanho da tela. Isso dificilmente vai ser mudado, as propagandas nos cinemas vão continuar, sei também que elas ajudam a baixar os preços dos ingressos, mas seria ótimo trocá-las por um curta antes dos trailers.

Agora falando do filme mesmo, o enredo é fantástico, o início mostra como Carl Fredricksen conhece a menina que vai ser sua futura esposa, como eles se casam e suas vidas de casados, até por fim chegar ao falecimento dela. Essa introdução é feita de forma genial, sem praticamente nenhuma palavra nós entendemos tudo. Acho que não vejo uma abertura assim de filme tão boa desde Wachtman. Com a morte da esposa e com certos acontecimentos ocorrendo a sua volta Carl resolve realizar um desejo já praticamente esquecido, viajar até Paradise Falls e é ai que a aventura começa realmente, inclusive no jogo.

Os Personagens

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Carl Fredricksen, o personagem principal da animação. Durante sua vida ele trabalhou num zoológico vendendo balões, daí que veio sua grande habilidade com as bexigas e seu grande estoque é claro. Sempre ranzinza, mas muito determinado a cumprir a promessa que fez a sua falecida esposa.

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Russell é um pequeno escoteiro desesperado por seus emblemas. É dele a honra de arrancar muitas gargalhadas durante o filme. Cheio de seus apetrechos tecnológicos, que não sabe usar nem um pouco, se junta a Carl por acidente.

282px-CharlesMuntzCharles F. Muntz foi um famoso explorador quando era mais novo, ele que revelou ao mundo as belezas de Paradise Falls e instigou a aventura de Carl. Infelizmente após ser acusado de fraude Muntz se isolou nas cataratas que descobriu até poder voltar a civilização provando que suas descobertas eram reais.

580Kevin (nome dado por Russell) é uma estranha ave de plumagem colorida encontrada pelos dois aventureiros durante sua jornada a Paradise Falls. Lembrando o Papa-Léguas essa é a ave que Muntz persegue incansavelmente para provar ao mundo que não é uma fraude.

up_dogDug é um labrador que tem como missão encontrar Kevin. Desacreditado por seus “colegas” cachorros ele se junta a Carl e Russell de início por estar atrás da ave, mas depois por afeição.

Agora que já dei uma rápida introdução quero só fazer alguns comentários sobre o filme antes de falar do jogo. Eu adorei a animação, tudo no desenho foi muito bem feito e pensado, e todo mundo devia ver esse filme. Ninguém devia pensar que só pelo fato de ser desenho é algo só para crianças. Quando um filme, ou um livro é bom ele pode ser apreciado por todos, limitação de idade é coisa de censura e mercado. Eu realmente acho que esse pode ser considerado o melhor, ou pelo menos um dos três melhores desenhos da Pixar (também adoro WallE e Os Incríveis), tenho certeza que o Oscar vai pra eles mais uma vez. Uma coisa que não podia deixar de comentar aqui são os outros cachorros que aparecem no desenho, eles são muito engraçados, principalmente o Alpha.

ESQUILO!

chico_anysio_1367Outra coisa legal sobre o desenho foi a dublagem, eu particularmente não gosto de ver nada que não seja no original, mas Up foi até bom. Tive uma surpresa agradável ao notar que Chico Anysio é quem dubla Carl, seu trabalho nessa animação foi ótimo, assim como todos os outros personagens.

Não tenho mais muita coisa para falar do filme, só que é algo único que deve ser visto. Agora vamos ao jogo, que não é tão grandioso quanto à animação, mas acho que dependendo de quem vai jogar vale a pena.

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Up é um jogo Co-op, ou seja, de cooperação entre dois jogadores, você pode escolher entre Carl e Russell para usar, mas as vezes é necessário tomar o controle do cachorro Dug para passar por algumas partes dos estágios. O estilo do jogo lembra um pouco os jogos da Lego, da para quebrar um monte de coisas pelo cenário para pegar moedas, que são os pontos do jogo, elas servem para liberar os Quest Cards, que são nada além de objetivos secundários, como achar itens escondidos e caçar insetos. Up o jogo, pode ser dividido em duas partes, as fases de Co-op e os estágios de avião. Quem viu a animação sabe que os cachorros pilotam aviões, o mesmo acontece no jogo, mas essa parte pertence mais ao multi-player que ao jogo normal.

O enredo do jogo até que segue bem o do filme, apesar de pular todo o início, pois você começa com eles já na selva (tirando a primeira fase que é uma espécie de prévia do fim do jogo). Mas tirando esse fato os principais eventos da animação estão de alguma forma presentes no jogo.

Os gráficos do jogo são decepcionantes se comparados ao da animação… No meu caso que joguei no PS3 não vi motivo algum para a qualidade do jogo ser mais ou menos como a de um PS2. Tá certo que o jogo foi lançado em várias plataformas, e provavelmente deixaram a mesma qualidade visual em todos para dar menos trabalho e acelerar o processo, o que é uma pena, tudo teria ficado tão melhor se eles tivesse caprichado mais nisso. No desenho a qualidade gráfica é tão boa que é possível notar a barba do Sr. Fredricksen crescendo e a plumagem de Kevin é extremamente elaborada, o jogo devia tentar pelo menos chegar perto dessa qualidade visual, pois no resto é bem divertidinho.

O gameplay do jogo é bem simples, Carl e Russell possuem habilidades cada uma específica para uma parte do jogo. Carl consegue pular mais alto e usar sua bengala como alavanca, enquanto Russell consegue ir a lugares de difícil acesso e usar seu canivete para cortar cordas e cipós. Só combinando as habilidades de cada um que se consegue atravessar os cenários. Há também alguns inimigos para atrapalhar a aventura dos dois. Alguns são somente insetos e aranhas, já outros são os cachorros mandados por Muntz atrás de Kevin. O combate no jogo é bem simples, próprio pra faixa etária a qual ele se propõe. Basicamente você chama a atenção do inimigo com uma provocação, pode ser uma careta ou mesmo demonstrando medo, isso é feito só apertando o direcional para baixo; momentos antes de o oponente atacar vai aparecer em cima do personagem o botão de ação, apertando na hora certa se atinge o inimigo, só alguns golpes já bastão.

Conforme você vai completando os Quest Cards alguns extras são liberados, como galeria de artes, algumas animações e personagens para se usar no modo multi-player.

O jogo do Up trás algumas idéias bem divertidas se tratando de Co-op, mas que podiam ser mais exploradas, mas uma coisa que merece um certo destaque são os confrontos com os chefões. No total são dois, se me lembro bem, e para vence-los é indispensável a atuação dos dois personagens. Se você está jogando sozinho o jeito é alternar o controle entre um e outro, o que é fácil, isso é feito com apenas o apertar de um botão.

O multi-player de Up é uma batalha aérea, bem divertidinha, podendo jogar até quatro pessoas. Quanto mais Quest Card completos, mais personagens para se escolher.

Antes de terminar o post tenho que falar mais uma coisa sobre o filme. Tem uma cena em que Carl e Muntz se enfrentam, essa foi uma das melhores cenas de luta que já vi, muito engraçada, pena eu não ter encontrado ela no YouTube.

Eu acho que mesmo o jogo não tendo sido tão bom quanto deveria vale a pena, por exemplo pra quem tem um filho e quer jogar algo divertido com ele, ou mesmo pra quem tem uma namorada que não gosta dos jogos de tiro que você tem. De qualquer jeito espero que tenham gostado do post, infelizmente ele não tem Review da GT, mas acho que isso não da nada.

Aqui vai algumas dicas de jogos que não da pra deixar passar.

uncharted2usaO Segundo jogo da série Uncharted tá muito massa, e a Play Asia tá com um preço muito em conta, vale a pena conferir a oferta. Todos os review’s que vi desse jogo deram nota acima de nove, é muita coisa. Para ver a oferta é só clicar aqui ou na foto.

31465_call_of_duty_modern_warfare_2-v5Outro jogasso que você não pode deixar passar é o Modern Warfare 2. Se ele for tão bom quanto o primeiro já é uma ótima compra, mas eu acho que vai ser muito melhor. O preço ta legal, eu aconselho. Para ver a oferta é só clicar aqui ou na foto.

61dxxaywwnlMinha última dica é desse jogo, Bayonetta, é do mesmo criador do Devil May Cry, pelo menos eu acho que é, posso estar errado. Parece ser um jogo massa, eu aconselho também. Para ver a oferta é só clicar aqui ou na foto.