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Frases RE4

Publicado: 18 de janeiro de 2012 em Frases, Jogos
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“¡¡Detrás de Ti Imbecil!!”

Camponês do jogo Resident Evil 4, quem jogou não esquece.

Enfim Novembro; chegou aquela época do ano que todos que adoram videogames esperam. É esse mês que, normalmente, há os grandes lançamentos. Esse ano não é diferente, grandes jogos já saíram, Uncharted 3, Batman entre outros e vários ainda estão para sair. Porém de todos esses lançamentos os que mais chamam nossa atenção são Call of Duty Modern Warfare 3 e Battlefield 3. O duelo entre esse dois jogos já era notícia desde o início do ano, finalmente com os dois jogos em circulação quero saber de quem quer que leia meu blog qual o melhor.

Eu ainda não pude jogar nenhum dos dois jogos, sinceramente nem sei quando vou poder, afinal com Dead Island e Dark Souls não vi nenhum motivo para guardar uma pequena fortuna para comprá-los. No entanto pelo que eu já joguei dos outros das duas séries (joguei a maioria deles), e pelas análises que saíram é que Battlefield 3 tem uma campanha muito fraca e pouco original, missões co-op que não acrescentam muito e um ótimo multiplayer que valoriza os combates com veículos e trabalho em equipe. Já o MW3 tem uma campanha um pouco melhor (no entanto também pouco original), várias missões co-op e um ótimo multiplayer.

Mesmo sem jogar nenhum dos dois jogos fica fácil dizer que se você não curte muito multiplayer a melhor escolha é com certeza o novo Call of Duty. As Spec Ops do MW 2 são muito divertidas e a maioria delas você pode jogar sozinho, claro que é muito melhor em dupla, mas nem sempre há como. Agora no Battlefield se você comprar somente pela campanha vai ter um jogo que não vai durar nem quinze horas, isso se você jogar a campanha umas três vezes. Sem o multiplayer BF3 não tem muito o que oferecer. Eu ficaria bem mais interessado no jogo se eles cortassem a campanha de vez e o vendessem bem mais barato.

Se além da campanha você também gosta de Co-op acho que os dois jogos têm o que oferecer. No momento MW 3 parece ser mais vantajoso, além dos vários Spec Ops há ainda um Horde Mode que pode manter uma pessoa entretida por infinitas horas. Já no Battlefield são somente missões cooperativas, tenho certeza que elas podem ser jogadas muitas vezes, mas não possuem uma vida tão longa quanto o Horde mode oferecidos pelo MW3. Os dois jogos vão oferecer vários DLC’s, mas quantos deles vão estar voltados para esses modos de jogo ainda não se sabe.

Finalmente chegamos à parte mais importante para os fãs das duas séries, o multiplayer. BF é mais conhecido por ser um pouco mais lento e mais tático que valorizando muito o trabalho em equipe. Aqui você pode jogar muito bem sem quase nunca disparar um tiro, não é o ideal, mas é possível. Outro diferencial do BF são os veículos e os mapas gigantes, dando assim mais variedade às partidas. Não há recompensar por mortes como as killstreak, porém você não sente falta disso de forma alguma. Totalmente diferente de Battlefield o Modern Warfare possui um multiplayer frenético onde a habilidade individual conta muito. Os mapas são claustrofóbicos e a qualquer momento você pode morrer sem nem ver da onde vieram os tiros. Nesse último jogo da série foi feita algumas mudanças que valorizam mais o trabalho em equipe e dão mais oportunidades para aqueles que preferem exercer uma função de suporte. Isso não torna MW 3 mais parecido com BF, eles só se adequaram a um modo de jogo que antes era ignorado, isso sem mudar o estilo de seu multiplayer.

Eu prefiro o estilo de jogo do Battlefield, principalmente do Bad Comapany 2. Adoro ser sniper e conseguir dar um tiro do outro lado do mapa, mesmo eu não matando tantas pessoas, os pontos ganhos pelas distâncias dos tiros compensam. No entanto acredito que acima de preferências, quando você for escolher qual desses jogos comprar deve ver se algum amigo seu já jogo algum deles. Afinal jogar com amigos é sempre mais legal, e isso pode mudar muito como você vai aproveitar o jogo.

Bem gente, essa foi minha opinião sobre os dois jogos. Eu mesmo ainda não pude jogar nenhum, mas como eles não fogem muito do que eram acho que é um ponto de vista valido. Não deixem de responder as enquetes, e se quiserem comentem sobre o assunto, quero mesmo saber qual é o jogo preferido por aqui.

Valeu!

Ofertas da Play Asia

 

 

 

Já faz uns trinta anos que videogames existem acessíveis as massas, muita coisa mudou desde o Pac Man, hoje o mercado dos jogos gera mais dinheiro que o do cinema. Call of Duty Black Ops foi o artigo de mídia que gerou mais lucro nas suas primeiras 24 horas da história, arrecadando um total de 360 milhões de dólares (fonte Estadão online), e do jeito que as coisas estão indo o Modern Warfare 3 deve bater esse recorde. Financeiramente os jogos ocupam um lugar ao lado dos filmes e músicas, mas na cabeça de muitos isso é algo longe de acontecer.

Quem nunca ouviu a expressão “videogame é coisa de criança”? Acredito que todo mundo pelo menos uma vez já ouviu alguém falando algo do gênero. Esse tipo de afirmação só pode ser feita por pessoas que estão completamente alheias ao que são os jogos eletrônicos em nossa contemporaneidade. Mesmo na época do Mario e do Sonic já haviam jogos feitos para um público mais adulto onde temas violentos eram comuns. O tempo passou e os gráficos foram ficando cada vez mais realistas ao ponto de termos jogos como Heavy Rain e L.A. Noire. Qualquer pessoa que conheça esses dois títulos sabe que eles não foram feito para crianças, por esse exato motivo, como os filmes os jogos possuem uma classificação que apontam a faixa etária mais adequada. Nessa classificação há todas as informações sobre que tipo de conteúdos que estão presentes nos jogos, como violência, linguagem pesada, nudez, etc. Todas as informações para os pais julgarem se aquele jogo é adequado aos seus filhos.

Mesmo com essas ferramentas há pessoas que acusam os jogos, principalmente os violentos de instigarem a violência, algo completamente sem sentido e sem comprovação. Um exemplo do que pode acontecer, e com certeza já aconteceu em algum lugar do mundo, um homem com seus vinte poucos anos assassina uma pessoa, a policia encontra na casa dele uma cópia do jogo Doon (é sempre Doon ou Counter Strike), então é obvio que o motivo dele ter matado foi o jogo. A Polícia obviamente não pensa assim, mas quantos jornalistas já não fizeram isso? Quantas pessoas jogam e não matam ninguém? E quantas matam e nunca jogaram algo na vida? Essa associação entre jogos e violência é tão valida quanto assassinatos e pães de trigo. “O meliante alegou que não tomou seu café da manhã direito, esse foi o motivo para os crimes…” (Um dia de fúria, alguém?). Simplesmente não há lógica nisso.

Jogos de tiro ajudam a tomar decisões rapidamente

Jogos violentos fazem bem

Esse ano o governo da Califórnia tentou por uma lei que restringia a venda de jogos violentos para menores de dezoito anos, assim como as bebidas, sob pena de multa e até prisão. Não sei dizer ao certo o que ocorreu, mas a decisão da validade da lei foi parar na justiça, que a julgou inconstitucional. O que foi dito é que não há nenhum tipo de comprovação que os jogos possam fazer qualquer mal. A justiça americana colocou os jogos no mesmo patamar dos filmes e dos livros, uma grande vitória. Se esse tipo de lei fosse aprovada talvez com medo der perder dinheiro os jogos como nós conhecemos hoje (violentos, explícitos e sem censuras) não existiriam mais.

Supreme Court Strikes Down California’sVideo-GameLaw

Para nós brasileiros o cenário é um pouco diferente. Os jogos aqui são vistos em sua maioria como algo marginal, besta, para crianças; resumindo, uma total perda de tempo. A culpa disso talvez se deva aos impostos, ao preconceito e as campanhas realizadas por apresentadores de televisão, que volta e meia viram suas atenções a temas que eles não possuem o menor conhecimento, assim empurrando suas opiniões preconceituosas para as pessoas que não tem condições de julgarem por si mesmas o que é certo ou errado.

Por que os impostos são culpados? Bem, o mercado brasileiro de jogos é quase todo ilegal, a grande maioria das pessoas (principalmente quem não dispensa o PS2 e o Xbox) compram jogos ou os baixam ilegalmente. E eu não culpo essas pessoas, afinal a diferença de preços da loja para o pirata é absurda. A situação é tão cômica que importar jogos, mesmo caindo na receita com um imposto de 60% do que você já paga lá fora ainda sai mais barato do que ir ao shopping e comprar o jogo com os impostos nacionais. Ou seja:

Gran Turismo 5 – PS3

Shopto – £29.86 que dá em reais R$ 76,60 + 5,50£ (14,11) de frete

Total de R$ 90,71 + 60% de impostos R$ 54,42 = 145,13

Mesmo jogo sendo vendido no Brasil (lojas online)

Datishop – R$ 179,90 + frete

Saraiva, Americanas, Submarino e Walmart

R$ 199,00 + frete

Assim é fácil ver o motivo que qualquer pessoa tem de recorrer ao mercado ilegal, um jogo de Xbox 360 pirata custa por volta de 20 reais. Isso faz com que os jogos sejam algo mal visto, pois fisicamente nunca são de boa qualidade, são feios e não possuem nenhum tipo de controle.

O preconceito ao qual os videogames estão relacionados também é outro grande culpado dessa imagem negativa dos jogos eletrônicos, tanto a associação com a violência quanto a crença que são feitos para crianças. Começamos pela violência.

Quem não se lembra da tragédia que foi o massacre das crianças naquela escola carioca (Escola Estadual Tasso da Silveira)? O assassino Wellington Menezes era, segundo o site R7, “Viciado em jogos de tiro, fissurado em ataques terroristas e vítima de bullying”, e continuando, “(…)Wellington vivia pelos cantos, era alvo de deboche dos meninos e excluído pelas meninas. De acordo com Márcio, ele era o único a se aproximar de Wellington, que o convidava a visitar sua casa e mostrar os mais recentes e violentos jogos.”. Esse Wellington com certeza tinha algum problema, e não foram os jogos que causaram isso, muito menos o motivo para o atentado. Jogos de tiros são os mais populares hoje, e não há um adolescente que não conheça Call of Duty (uso CoD como exemplo por ser mais popular, mas poderia usar God of War se quisesse). Felizmente dessa vez a atenção da mídia foi focada para o bullying um problema real que deve ser combatido, mas a vontade de puxar o tapete dos jogos nunca desaparece. Qual o problema dos meios de comunicação com os jogos?

Mais recentemente houve um atentado na Noruega, o autor, um homem aparentemente normal Anders Behring Breivik. Em um manifesto escrito por ele há certos trechos onde o assassino comenta sobre os jogos eletrônicos. Anders chega ao absurdo de afirmar que Modern Warfare 2 é um ótimo simulador de guerra, e que ele usou o jogo em seu treino para os ataques. Qualquer pessoa normal enxerga nisso uma declaração de uma pessoa perturbada, não há como usar um jogo que não simulada nada como preparação militar. (Se ele tivesse comentado do Arma II quem sabe eu não me preocupasse um pouco… Não.) Esse homem usaria qualquer coisa como estopim desse ataque, pois o problema estava nele, se não fosse os jogos, seriam filmes. Ele poderia ter falado do Falcão Negro em Perigo ou qualquer outro título de guerra, o resultado seria o mesmo.

Nós vivemos num país de analfabetos, a educação brasileira não está nem em segundo plano nos olhos de nosso governo (quem acompanhou a greve dos professores estaduais em Santa Catarina sabe muito bem disso). Sendo assim as pessoas que são culturalmente menos favorecidas podem ser facilmente influenciadas por esse tipo de matéria com um enfoque mais sensacionalista.

Há alguns anos no Brasil o Yu-Gi-Oh! virou moda, não lembro exatamente qual apresentador de tevê que começou uma série de “reportagens” mostrando as cartinhas do demônio. Tenho certeza que várias crianças perderam seus decks por causa desta bobagem. A imprensa quase sempre trata os jogos dessa forma sensacionalista, e faz muito pouco tempo que esse tipo de atitude vem mudando, e esta mudando pelo simples fato que a industria dos jogos eletrônicos gerar muito dinheiro. Outro fator que também está levando a um pensamento diferente sobre os jogos  o fato que a maioria das pessoas que possuem acesso a internet são jogadores de alguma coisa nas redes sociais. E apesar da hipocrisia existir (“Jogos são coisas de crianças, mas eu nuca deixo de abrir minha colheita no orkut”), esse tipo de socialização dos jogos digitais está contribuindo para que as pessoas deixem os antigos preconceitos de lado.

Jogar videogame em família pode ser benéfico para pais e filhos

Voltando ao título de meu post (Por que culpam tanto os Videogames?), não consigo entender o que uma pessoa ou a mídia ganha com esse tipo de preconceito, pois fazendo isso tudo que conseguem é atiçar a raiva dos jogadores que fazem parte do circulo difamado. Tudo que eu gostaria é que esse tipo de associação acabasse de vez.

Vai ter um dia num futuro próximo em que os videogames vão se elevar ao patamar de arte, assim como ocorreu com os filmes e mais recentemente com os quadrinhos, mas até lá, e mesmo lá, quem se considera um “gamer” vai se indignar com esse tipo de acontecimento.

Referências

http://blogs.estadao.com.br/link/black-ops-bate-recorde/

http://noticias.r7.com/rio-de-janeiro/noticias/fissurado-em-terrorismo-autor-de-massacre-em-escola-era-conhecido-como-al-qaeda-20110407.html

http://www.finalboss.com/fb5/ctu.asp?t=2&cid=71045

http://www.pernambuco.com/ultimas/nota.asp?materia=20110803200955&assunto=231&onde=Mundo

http://www.clicrbs.com.br/especial/rs/donna/19,648,3367913,Jogar-videogame-em-familia-pode-ser-benefico-para-pais-e-filhos.html

 Se você gosta ficção científica e terror Dead Space é um jogo que não dá de deixar passar. Em 2008 foi lançado o primeiro e em janeiro deste ano (2011) foi lançada a continuação. Graças aos correios eu só conseguir jogar DS2 em abril, mesmo tendo feito a compra no meio de janeiro, muito legal. O primeiro Dead Space foi um dos melhores Survivor Horror em muito tempo (não que tenham sido lançados muitos), mas será que o segundo consegue manter o nível?

Os Gráficos

O primeiro Dead Space é um jogo com bons gráficos, mas o segundo está muito melhor. Você ainda fica  confinado a corredores escuros no melhor estilo Alien, no entanto agora há várias janelas da onde se pode ver o ambiente e mais “variedades” nos lugares por onde se passa. O jogo acontece todo numa grande cidade chamada Sprawl que fica em órbita da lua de Saturno Titan. Sendo uma cidade você encontra lugares como escolas, metrô e comércios. Todos os ambientes ainda parecem muito opressivos e nada acolhedores, como no primeiro jogo. Talvez se não estivesse acontecendo um apocalipse de Necromorphs minha impressão fosse outra, mas no final das contas os cenários são bem interessantes e realistas para com a proposta do jogo. Você ainda passa por lugares que realmente só um engenheiro iria, então aqueles corredores escuros cheios de sons bizarros e maquinas são relativamente normais. O grande destaque na parte gráfica fica pra a iluminação que é fenomenal e realmente cria um clima assustador. Os personagens e os inimigos são todos bem detalhados, Isaac agora tem voz e  um rosto, e é também  mais participativo na narrativa. No entanto a falta de variedade dos Necromorphs é uma coisa que podia ter sido melhorada, afinal o primeiro jogo sofre do mesmo problema. Outro grande destaque são os efeitos sonoros, das armas aos sons do ambiente, tudo é muito bom mesmo.

O Enredo

Dead Space 2 começa três anos depois dos acontecimentos do primeiro jogo. Isaac foi resgatado após fugir da USG Ishimura e se encontra na ala psiquiátrica da Sprawl. Ele é atormentado pelas visões de sua falecida namorada Nicole. Por algum motivo os Necromorphs infestam Sprawl. Depois de uma tentativa falha de resgate Isaac fica sozinho na cidade sendo caçado pelos mortos vivos e pelos seguranças do lugar que o querem morto de qualquer forma.

Isaac está diferente do primeiro jogo, afinal agora ele fala com os outros personagens, mas isso não traz uma real mudança no estilo da narrativa, pois você continua recebendo ordens e indo de um lado para o outro resolver problemas. Não seria muito diferente de um dia de trabalho se não fosse pelos desmembramentos de Necromorphs. Mas essa interação deixa o jogo mais realista que o primeiro, a voz e a personalidade se encaixam bem com tudo que aconteceu no Dead Space. Se você gostou de como as coisas aconteceram no jogo anterior não vai reclamar do segundo.

Coisas do Jogo

Combate e Armas

Combate

Pouca coisa relativa ao combate mudou do primeiro Dead Space para o segundo, a melhor estratégia para matar os Necromorphs continua sendo desmembrá-los, atirar no corpo é efetivo, porém se gasta muito mais munição. Como tudo continua praticamente do mesmo modo, vou comentar as diferenças. Acredito que a principal mudança no combate foi a melhoria da Kinesis, que nada mais é que poder mover objetos a distância. No primeiro jogo essa habilidade só servia, praticamente, para pegar itens e resolver puzzles, mas agora certos objetos podem ser arremessados com tamanha violência que são capazes de grudar os inimigos nas paredes. Tanto faz se é um pedaço de ferro ou uma garra arrancada de um corpo, o efeito é destruidor. Além de poupar munição é extremamente divertido. Outra melhoria feita nas habilidades de Isaac foi na Stasis, ela continua com o mesmo efeito de deixar tudo mais lento na área, porém agora a energia regenera sozinha, não muito rápido, mas o suficiente para você sempre ter pelo menos mais uma vez (mais fácil de isso acontecer se estiver com a Stasis melhorada no máximo).

Outro ponto interessante foi a interação com o cenário, não é sempre, mas em algumas partes do jogo você pode quebrar uma janela da Sprawl sugando todos os inimigos para o espaço, a única desvantagem é que você vai junto. Há como evitar essa morte, basta atirar a tempo na trava de segurança, coisa que nem sempre é muito fácil. Infelizmente são poucas as partes em que esse tipo de ação é possível, o que não faz muito sentido, apenas algumas poucas janelas são quebráveis, o resto não. O jogo não dá nenhum tipo de explicação sobre isso, mas felizmente é só um detalhe e nada mais. Se você chegou a jogar o primeiro DS deve se lembrar o quanto era ruim o melee, os golpes de Isaac só serviam mesmo para quebrar caixas e  desmembrar cadáveres, para assim evitar que eles fossem reanimados, no DS 2 isso mudou, sair no braço ainda não é a melhor opção, mas a melhoria feita nessa parte é enorme.

Armas

O arsenal do primeiro se mantêm o mesmo, com poucas mudanças nos disparos alternativos, há apenas três armas novas no jogo (não sei se há outras em forma de DLC), todas elas bem úteis, diferentes e divertidas de usar. O Plasma Cutter ainda é a principal arma do jogo, um faz tudo basicamente, mas com qualquer combinação de armas (até quatro) você tem como passar por todas as situações da campanha, isso graças aos modos alternativos de disparo. Munição só passa a ser um problema nos modos mais difíceis e no Hard Core, na dificuldade normal você não vai se preocupar com isso. A única coisa que “piorou” do primeiro para o segundo jogo foi o tiro alternativo da Force Gun, no primeiro DS a arma arremessava uma esfera que explodia, muito útil, agora no segundo é apenas um disparo concentrado com mais alcance e violência. Essa mudança faz até mais sentido para a arma, mas eu gostava daquela esfera explosiva. No geral o arsenal do jogo está ótimo e você tem várias opções e estratégias para passar pelos inimigos.

Upgrades

Como no primeiro jogo você melhora suas armas e equipamentos com Power Nodes coletados (ou comprados) pela campanha. Esses Power Nodes só podem ser utilizados em certos terminais BENCH espalhados pelo cenário, você nunca passa muito tempo sem achar um deles.  Cada item possui sua própria trilha de circuito, os PN são postos nelas conforme a sua necessidade. Uma diferença do primeiro para o segundo jogo é que agora a Kinesis faz parte da linha de upgrades do RIG, mas a única coisa que pode ser melhorada é o dano dado com os disparos de objetos usando-se a Kinesis. Se compararmos também, você precisa de muito mais PN para melhorar as armas do segundo jogo, mas por outro lado há muito mais Power Nodes disponíveis na campanha do Dead Space 2. Outra melhoria é que algumas armas possuem um efeito especial disponível nos upgrades, no caso do Plasma Cutter é incendiar os inimigos no local onde o disparo atinge.

Free Fall e Gravidade Zero

A nova roupa de Isaac agora vem equipada com pequenos propulsores capazes de fazer ele se locomover livremente nas áreas sem gravidade como um astronauta no espaço. No primeiro jogo tudo que se podia fazer era pular de plataforma em plataforma tornando as partes de Zero-G uma confusão, era extremamente fácil perder o horizonte, assim como não saber de onde os inimigos vinham. Em Dead Space 2 perder seu horizonte ainda é muito fácil, mas devido aos ambientes e a fluidez com que você se locomove a sensação de desorientação é muito menor, outro ponto positivo é que há um botão que se pressionado posiciona Isaac de acordo com a linha do horizonte. Então sempre que você não souber para onde está indo, ou onde é o teto, basta apertar um botão.

Sequências de Free Fall tem se tornado comuns, jogos como Spider Man Shattered Dimensions e o Force Unleashed 2 são só alguns exemplos. Em Dead Space não há tantas partes de free fall, mas todas são divertidas. Esperava que em algumas delas houvesse combate durante a queda, mas isso não acontece; tudo que você tem que fazer é desviar dos obstáculos que vão aparecendo. Durante o jogo normal essas partes são uma ótima quebra aos combates, mas se você está no Hard Core essas partes são muito incômodas, um só erro pode arruinar algumas horas de jogo.

Hard Core

Assim que você termina a campanha pela primeira vez (em qualquer dificuldade), o modo Hard Core é liberado. Esse modo de jogo não é mais difícil do que o Zealot (que seria o nível de dificuldade mais elevado), se considerarmos a quantidade de munição disponível e a resistência dos Necromorphs. O HC estaria um pouco acima do normal, aqui a principal diferença é que você tem somente três saves para usar durante todo o jogo, sem direito a nenhum checkpoint. Se você morrer no início do jogo terá que começar tudo de novo, e o pior, ver toda a abertura mais uma vez, já que não há como pular as partes da narrativa. Depois de várias mortes você não aguenta mais a introdução do jogo. A quantidade de munição que você encontra é baixa, isso faz com que você tenha mais cuidado com cada disparo. A maior causa de minhas mortes foi por tentar economizar munição.O mais legal do Hard Core é que você começa zerado, seus itens do normal não passam para o HC e isso faz com que o jogo seja realmente desafiador e tenso. O início é a pior parte, e tentar passar por ela pode desanimar muito. Como você não vai ter praticamente nenhuma arma, pouco e espaço e pouca munição as coisas podem ficar bem complicadas, e a pressão de ter só três saves faz com que você adie cada vez mais o ponto de salvar. Mas se você passou pelos primeiros três ou quatro capítulos tudo vai ficando mais fácil. Só pelo fato de não começar do início de novo já é um alivio.

O modo Hard Core não é pra qualquer um, é preciso realmente gostar do jogo e ter tempo para jogar. Você de certeza vai morrer e voltar algumas vezes, mas ele não é tão difícil como faz parecer ser. Conseguir minha platina no Demons Souls foi bem pior que a do Dead Space 2.

Multiplayer

Dead Space 2 ao contrário de seu antecessor possui um modo multiplayer, eu até pensei em jogar um pouco depois que conseguisse terminar todo o jogo, mas agora com a PSN fora do ar não tenho nem como ver esse modo. Sinceramente não faço nenhuma questão. Acredito que teria sido melhor se o jogo fosse totalmente focado na campanha, talvez com algum tipo de co-op. Resumindo o pouco que sei sobre o multiplayer são partidas de oito jogadores, quatro deles assumindo o papel de seguranças da Sprawl e os outros controlando os necromorphs. São partidas baseadas em objetivos e os times se alternam após o termino. Se alguém quiser comentar algo sobre o multiplayer é só deixar um comentário.

Esse vídeo mostra uma partida para quem tiver interessado. Só lembrando que para jogar o multiplayer você deve ter um Online Pass.

Bem gente sobre o Dead Space 2 é isso, o jogo é realmente muito bom, eu não consegui jogar outra coisa até completar ele todo. É mais difícil que o primeiro e mais variado, se você gostou do Dead Space com certeza vai apreciar mais o segundo. Espero que tenham gostado do post, como sempre deixo vocês com algumas ofertas da PlayAsia.

Valeu!

 

Não é nenhuma novidade que o gênero mais popular hoje é o FPS, e não só no PC como acontecia antigamente. Sendo assim é de se esperar que a competição entre os jogos seja acirrada. CoD Black Ops e Battlefield Bad Company 2 são os dois principais shooters lançados em 2010, mas qual deles é o melhor? Eu não me esqueci do Medal of Honror, e apesar de ter jogado, e até gostado, não acho que ele seja tão competitivo quanto esses dois.

Bad Company 2

Eu joguei por muito tempo o primeiro Bad Company, tanto a campanha quanto o multiplayer e minhas expectativas para o segundo eram muito altas. Infelizmente a campanha do BC 2 é extremamente curta e não muito boa, há alguns momentos realmente divertidos, mas não chega nem perto de ser chamada de ótima. Toda a liberdade que se tinha no primeiro jogo de como você queria encarar determinada situação é substituída por uma versão mais fraca do que se tem nos CoD. A destruição do cenário foi melhorada, e isso é ótimo, mas não chega a salvar o singleplayer. Eu já estava quase agradecendo por não ter comprado o jogo (peguei emprestado) quando entrei a primeira vez no multiplayer, foi aí que comecei a me divertir de verdade.

Eu não sou muito fã de multiplayer competitivo (prefiro Co-op), e acho errado o que anda acontecendo principalmente com os jogos de tiro. Cada vez mais as campanhas solos são prejudicadas em favor do multiplayer. Os jogos ficam mais curtos servindo somente de uma introdução ao que te espera online. Isso não precisa ser assim, o segundo Uncharted é um ótimo exemplo (ótima campanha e ótimo multiplayer). O mais chato disso tudo é que a maior parte dos multiplayers exigem muita dedicação, você precisa jogar por várias horas para liberar as coisas, passar de level ou pegar as conquistas. Há vários jogos com modos competitivos, e você acaba jogando só alguns. Apesar de ter gostado muito do modo online do Bad Company, acho completamente errado o tratamento dado ao singleplayer. Minha impressão é que ela foi feita somente pelo fato que a EA não queriam vender uma experiência exclusivamente online para os consoles. Então se você quer jogar o Bad Company 2 pela campanha eu aconselho a poupar seu dinheiro, há jogos melhores, agora se seu interesse está no multiplayer esse é um jogo que não se pode deixar passar.

Multiplayer

Infelizmente eu não tive acesso a nenhum dos mapas VIP ou dos outros DLC que estão na PSN, por esse motivo não vou poder falar de tudo que você teria acesso com o jogo “completo”, mesmo assim o básico é muito bom. O multiplayer em BC 2 é focado no trabalho em equipe e estratégia, o jogo se dá num ritmo mais lento, conhecer os mapas e os benefícios de cada classe pode fazer a diferença entre a vitória a derrota, ajudar seu esquadrão pode render tanta experiência quanto as que se ganha com as mortes.

Os mapas são enormes (dependendo do modo de jogo), e as partidas podem mudar drasticamente no decorrer da mesma. A destruição do cenário também pode transformar uma partida, um ponto de sniper pode ir rapidamente ao chão com um tiro de tanque, assim como algumas construções maiores. Os veículos sempre estiveram presentes nos jogos da série Battlefield e em BC 2 isso não é diferente, há vários tipos de transporte de jipes a helicópteros. Um tanque bem posicionado pode causar muito estrago, mas no geral os mapas e modos de jogo são muito bem balanceados, você nunca tem a impressão que a partida foi injusta devido a algo que não tem relação com as habilidades/estratégias dos jogadores.

No jogo você passa de level basicamente para destrancar equipamentos, há algumas skills, mas são poucas e influenciam muito pouco, são coisas como poder carregar mais munição, se locomover mais rápido, ou para snipers aumentar o zoom da mira. Apesar dessas skills não desequilibrarem o jogo elas mudam um pouco como você vai jogar, um sniper com C4 pode agir diferente de um que carregue Montar Strike. Felizmente passar de level não é demorado, quase tudo que você faz no jogo é recompensado de alguma maneira, e os equipamentos iniciais não são tão inferiores aos demais.

Call of Duty Black Ops

Eu não sou um fã da série CoD, adoro o primeiro Modern Warfare e ainda acho que ele tem uma das melhores campanhas singleplayer em FPS’s, assim como um dos melhores multiplayers. Não pude jogar ainda toda a campanha do Black Ops, mas acredito que ela não é a melhor da série. Muito confusa e cheia de elipses, sem falar em cinematcs muito demoradas. A campanha do Black Ops não é o que eu esperava de um jogo que vendeu milhões, mas mesmo assim gostei das partes que joguei. BO tem um singleplayer muito mais solido e divertido que o Bad Company 2, a ação é quase sempre ininterrupta e você sempre está fazendo alguma coisa nova. Agora a qualidade gráfica do jogo me decepcionou, mesmo o BC2 tendo sido lançado alguns meses antes do CoD, ele possui gráficos melhores.

Além da campanha e do multiplayer o Black Ops tem dois minigames com zumbis, um deles é bem ao estilo Left 4 Dead colocando os jogadores contra levas de mortosvivos, no início você fica em um espaço limitado, mas conforme a partida progride outras partes do cenário vão sendo liberadas. Para impedir que os mortos entrem você pode bloquear janelas e afins, sem uma boa equipe você não vai chegar muito longe nesse modo de jogo. Já o Dead Ops parece um pouco Burn Zombie Burn ou Zombie Apocalipse, com a visão meio de cima num estilo arcade. Há também como jogar Zork, um RPG de texto muito antigo que eu só conheço porque vi em um documentário sobre videogames.

Multiplayer

Alguém que não ligue para os troféus chegou a jogar a campanha? Acho que não… A grande razão de Call of Duty ser o que é hoje é pelo excelente multiplayer introduzido pelo Modern Warfare, Black Ops tenta manter essa qualidade. A marca do modo online aqui é a adrenalina, o jogo é rápido valorizando muito mais a habilidade individual que o trabalho de equipe.  Não há classes, aqui você cria seu estilo escolhendo as armas que mais se encaixem no seu perfil, assim como as perks. Você também passa de level, mas para ter acesso aos equipamentos liberados você deve comprá-los. Isso poderia ser um desastre se não fosse pelo fato de ser fácil passar de level, acredito que até mais fácil que no BC 2, o dinheiro talvez seja o mais problemático, nada que poupar por algumas partidas não resolva. Há também alguns modos de jogo em que você pode apostar seu dinheiro para um maior lucro, além disso, há os contratos, desafios que quando completos lhe rendem uma boa grana.

Uma coisa que não há no BC 2 que é muito presente no Black Ops são as killstreak rewards. Quanto mais inimigos você abate sem morrer você é recompensado com alguma coisa previamente selecionada, como por exemplo uma torrent (uma metralhado que atira sozinha) ou aquele carrinho bomba controlado por controle remoto. Eu não sinto falta disso no BC2, mas não consigo imaginar o que seria do CoD sem as killstreak. Outro ponto forte no BO é a quantidade de coisas que podem ser modificadas, dês das armas até o seu logo. Isso torna mais interessante pegar as armas dos outros players.

Bugs?

Quando joguei o Black Ops eu não vi nada de errado, mas há muitas reclamações de bugs no jogo. Se alguém quiser ler algo mais sobre isso pode ir ao site Gamer’s Voice, eles parecem que entraram com uma reclamação em algum órgão do governo britânico contra os bug do jogo. Se alguma coisa bizarra já aconteceu com você durante as partidas de BO deixei um comentário.

Veredito

Deixando claro que essa é minha opinião com o único intuído de informar e ajudar quem estiver em duvida com algum dos dois jogos. Se você curte mais jogar as campanhas dos jogos que o multiplayer com certeza a escolha certa seria o Black Ops (considerando somente esses dois jogos). O singleplayer do BC2 não é ruim, mas é inferior ao do BO, sem falar que há muito mais coisas além da campanha e do modo competitivo. Agora se você quer o jogo para o multiplayer eu levaria duas coisas em consideração: amigos e como você prefere jogar. Em primeiro lugar os amigos, você tem algum conhecido que jogue algum desses jogos? Jogar com um amigo é sempre mais divertido do que jogar com estranhos, isso pra mim pesa muito na hora de comprar um jogo. Caso isso não influencie você tem que ver suas preferências. BC2 é muito mais estratégico e variado, com os dlc’s mesmo o jogo pode ser aproveitado de várias maneiras diferentes, o Vietnam é quase um jogo novo (pelo que vi… Não tive como jogar). Já se você prefere algo mais intenso e rápido, o BO é o certo.

Bem gente é isso nesse post, espero que tenham gostado. Logo abaixo há uma enquete sobre o tema. Qualquer coisa é só deixar um comentário.

Valeu!

O gênero de tiro em primeira pessoa é um dos mais populares entre os jogos atuais. Então, pensando nisso, resolvi fazer uma lista com vários filmes bem legais para quem é como eu, que adora jogar um bom FPS. Espero que gostem das dicas pro fim de semana.

Nome – Diretor – Ano

Ronin – John Frankenheimer – 1998

Ronin foi um ótimo filme em todos os sentidos, boas atuações com uma ótima trama, e o melhor, excelentes cenas de ação. Quem não viu ainda não sabe o que está perdendo. Se não me engano esse foi o ultimo filme do diretor John Frankenheimer antes dele morrer.

Black Hawk Down – Ridley Scott – 2001

Falcão Negro em Perigo se passa durante os conflitos que aconteceram na Somália em 1993, parece que o filme é baseado em um livro,  ma isso agora não é realmente importante. O filme é muito bom, talvez um dos melhores filmes de guerra já feitos, os efeitos sonoros são ótimos e a ação, que é muito boa, vai do início ao fim.

Shooter – Antoine Fuqua – 2007

Para quem gosta de ser sniper esse filme é uma ótima escolha pro fim de semana. O Atirar foi um ótimo filme e me arrependi de não ter ido ver no cinema. O enredo é interessante e cheio de ação. Não é o filme mais perfeito de sniper, mas é perfeito pra quem gosta de FPS.

Commando – Mark L. Lester – 1985

Commando é um clássico de ação da década de 80. Com uma trilha sonora marcante, muitos tiros e tudo mais que um bom filme desse tipo precisa ter. Comando para matar é com certeza um dos melhores filmes de Schwarzenegger. Parece que o filme vai ser refilmado, mas não vejo motivo para isso.

Green Zone – Paul Greengrass – 2010

Green Zone é um filme se passa em 2003, no início do conflito no Iraque, mas o enredo é mais sobre o motivo da guerra em si. Achei o filme muito bom, com muita ação quando precisa e cheio de conflitos. Mas lembrando que é só um filme e não um documentário sobre a guerra do Iraque.

Bem gente esses são os filmes que escolhi para colocar no post, mas há vários outros, os filmes do Rambo também são bem legais, a trilogia Bourne também é uma boa opção. Com um pouco mais de comédia há os filmes do Duro de matar e os Máquina Mortífera, todos eles muito bons.

Espero que tenham gostado do post, qualquer sugestão é só deixar um comentário. Valeu!