Posts com Tag ‘jogo’

epcEpic Cards Battle é o próximo jogo da série se você Cansou de Hearthstone e infelizmente ele não é tão épico quanto deveria. Alguma vez você já ouviu aquela frase “esse jogo se joga sozinho”, bem acho que falaram isso se referindo ao ECB, o jogo praticamente não tem interação nenhuma, você escolhe as cartas que quer usar e vê o jogo se desenrolar sem fazer mais nada. Não há nenhum tipo de decisão no meio do combate nem nada do gênero, é o jogo de cartas menos estratégico que já vi e isso foi uma decepção, mas sem mais demoras ao vídeo que mostra em mais detalhes.

spellSpellweaver é um jogo de carta disponível para se jogar de graça no Steam, como todos os outros jogos da série Se você cansou de Hearthstone, esse CCG é bem interessante, ele têm várias mecânicas que lembram Magic, mas algumas próprias que o distingue, não sendo assim só um clone do popular jogo de cartas. Eu realmente gostei de Spellweaver, nele há um bom fluxo de recompensas enquanto você vai jogando, o que é essencial nesse tipo de jogo, afinal o que é mais legal que montar seu próprio deck? Sem mais demoras vamos ao vídeo!

brEm BloodRealm: Battlegrounds os humanos são escravizados pelos deus que os usam para fortalecer seus exércitos, cabe a você ascender à divindade e enfrentar os deuses como igual e livrar a humanidade dessa escravidão. Pelo menos é isso que um curto vídeo de introdução nos contas, mas no jogo mesmo essa narrativa não está nem um pouco presente. A campanha disponível não passa de uma série de batalhas sem contexto. E apesar de algumas mecânicas interessantes não consigo recomendar BloodRealm para você que está cansado de Hearthstone, vamos aos motivos!

tower-of-barbsA Torre de Barbs é onde você passa a maior parte do tempo no jogo Let it Die e ela é cheia de surpresas, eu já tinha reparado algumas anteriormente, porém não havia me dado conta do que realmente acontecia, esse post é para esclarecer algumas coisas sobre essa torre que talvez outras pessoas não tenham notado também.

Não há somente um elevador

elevaTalvez você não tenha reparado, mas em alguns andares, nos caminhos alternativos, há elevadores que não fazem partes da linha central, eles só se conectam a outro andar e não dá de voltar para a sala de espera por eles, mesmo assim eles podem ajudar bastante quando você precisa de um atalho rápido, tanto para baixo quanto para cima, mas lembrando que eles devem ser ativos da mesma forma que o elevador central e nos dois andares que ele conecta.

Recursos, recursos e recursos

Você não precisa, normalmente, andar pelos vários andares alternativos que há espalhados pela torre, porém eles estão cheio de recursos e também cheio de perigos, quase sempre mais perigo que recursos. No entanto você acaba sendo obrigado a ir nesses andares, pois os andares mais altos da torre exigem muito dos equipamentos, ou devo dizer que exigem equipamentos muito bons e para isso é necessário muito material para fabricá-los.

A Torre muda?

A Torre muda, mais especificamente o mapa da torre é alterado de dias em dias, isso era algo que eu havia notado algumas vezes, mas não tinha me dado conta do que realmente acontecia. Um dia abri o mapa e vi um caminho aberto num andar que já havia ido e tinha certeza que era um beco sem saída. A primeira vez que isso aconteceu achei que eu que não tinha percebido mesmo o outro caminho, porém quando acontece uma segunda vez você já sabe que há algo errado.  A Torre de Barbs têm quatro configurações distintas, os caminhos centrais são sempre os mesmos, porém os laterais é que podem ser alterados.

rot1rot2rot3rot4Cada uma das quatro imagens ao lado representa uma das possibilidades de configuração da torre, pelo que li no site onde consegui as imagens a torre muda diariamente sempre às 00:00 GMT que são 22:00 horário de Brasília. Isso significa que alguns carimbos, páginas das histórias em quadrinhos e outras coisas assim podem ficar disponíveis somente alguns dias da semana, ou seja, você não está maluco, aquele andar que você estava ontem cheio de coisas legais sumiu mesmo. Esse fato da torre mudar também é uma complicação com relação as quests, pois se a quest manda você matar 5 odientos em determinado andar, e esse andar não existe, pode ser o caso de você ainda não o ter descoberto ou ele está em outra configuração da torre que não está acessível nesse dia.

Bem gente isso era o que eu tinha para explicar sobre a Torre de Barbs hoje, espero ter ajudado, qualquer coisa como sempre basta deixar um comentário. A fonte das imagens está disponível também no final do post, quem quiser ver é um site legal, mas todo em inglês. Se você ainda não conhece meu canal no Youtube o link está ali do lado, assim como as outras redes sociais em que você pode me achar. Hoje era isso mesmo, valeu e fui!

Fonte: http://letitdie.gamepedia.com/Tower_of_Barbs

logoMais um jogo de cartas para você que não aguenta mais Hearthstone, ou quer simplesmente ter mais opções. Forgotten Myths é mais um jogo de cartas disponível no Steam de graça para se jogar e que tem uma estética bem parecida com Magic, porém o gameplay não lembra muito. O jogo é simples e o fluxo que você consegue novas cartas é bem aceitável, uma pena o multiplayer parecer morto, pelo menos das vezes que tentei jogar. Esse é um dos únicos motivos para eu não recomendar muito FM, pois do resto é bem aceitável. Mas não acho que ele seja melhor que outro jogos que já apresentei para vocês. Sem mais demoras vamos ao jogo!

Platinas para se envergonhar

Publicado: 18 de janeiro de 2017 em Cultura Nerd, Jogos, Lista
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platQuem me conhece sabe que eu gosto de ir atrás dos troféus dos meus jogos, conseguir aquela platina difícil (desde que não envolva muito multiplayer), compartilhar conquistas e ter tudo 100% na minha lista. Claro que nem sempre isso é possível, mas há pessoas que levam isso bem a outro nível, ao ponte de jogar jogos ruins, ou até mesmo sem sentido só para ver seu nível da PSN subir. O post de hoje é sobre isso, sobre as platinas que você devia se envergonhar em ter, pois são de jogos tão absurdos que é difícil ter uma desculpa. Vamos lá!

My name is Mayo

Um jogo em que o único objetivo é clicar num pote de maionese e ver esse mesmo pote com roupas diferentes… Dá pra chamar isso de jogo? Acho que não. Porém mesmo sem gameplay algum esse jogo tem uma platina e tenho certeza que alguém lendo esse post deve ter esse troféu vergonhosamente em seu perfil. Parece que se você realmente quiser, mas quiser muito, dá de conquistar essa platina em 2 horas, ou até menos se seus dedos forem rápidos, pois tudo que você faz é clicar e clicar.

Hannah Montana – The Movie

Hannah Montana, se você não é uma menina na sua pré adolescência esse troféu já seria vergonhoso até se o jogo fosse bom, porém esse não é o caso. Com um gameplay simples até para crianças esse jogo faz você ouvir alguns hits da cantora enquanto aperta os botões no ritmo da música. Essa platina pode ser conquistada por volta de 5 horas, talvez até menos dependendo do seu empenho em suportar essa tortura.

Orc Slayer

Orc Slayer é um FPS bem simples e mesmo assim é pouco optimizado, com muita gente reclamando de lentidão e de o jogo travar. O gameplay é o mais básico para um shooter, você só precisa segurar R2 e mirar em tudo que estiver em sua frente. Essa incrível platina pode ser conquista por volta de 2 horas, mas eu acho que é muito tempo para se passar jogando esse tipo de jogo.

Essas são as três platinas que as pessoas deviam se envergonhar. Eu não acho errado ir atrás de platinas rápidas se você gosta desse tipo de coisa. Há jogos muito bons que dá de platinar em pouco tempo, então é possível sem problema algum evitar essas pérolas.

Bem pessoal, espero que tenham gostado do post, como sempre se quiserem falar algo é só deixar um comentário, se ainda não conhece meu canal do Youtube, basta clicar no ícone que há ali do lado. Por hoje era isso, valeu!

jogando ps3Faz tempo que não faço os posts sobre o que tenho jogado, acho que agora está na hora de voltar a fazer isso. Vou por aqui só o que estou jogando e que ainda não apareceu no blog, afinal se já teve um post sobre  o jogo deve ser pelo fato de eu já ter jogado ele né. E como sempre um jogo que tenho vontade de jogar, não será um post grande, só uma atualização a quem se interessar… Que não faço ideia quem seria (risos).

Uncharted 4

A série Uncharted é ótima, não é o melhor jogo em matéria de gameplay, porém quando você soma tudo que o jogo oferece não tem melhor. Espero fazer algum tipo de comentário sobre o jogo assim que terminá-lo.

Let It Die

Let It Die não deveria ser F2P, ele seria tão melhor sem essas mecânicas tolas que são totalmente injustas e demoradas. Mas se não fosse assim eu também não estaria jogando tanto, então sei lá…

Soul Sacrifice Delta

Soul Sacrifice tem potencial de ser um jogo muito, mas muito bom e quando lançaram o Delta eu achei que eles teriam resolvido os problemas que o primeiro tinha, não foi o que aconteceu. Porém o jogo é bom e divertido e quero muito que eles façam um novo para Ps4.

O que quero jogar

let-it-dieLet it Die é um jogo Free to Play disponível para o PS4 desde o dia 3 de dezembro de 2016, ou seja o jogo lançou há somente algumas semanas do momento em que escrevo esse post. Eu não sou nem um pouco fã de jogos F2P, pois a maioria têm mecânicas que não me agradam, normalmente ligadas ao tempo em que você consegue realizar as tarefas, em Let it Die isso também está presente, mas de um jeito que não me incomoda. Na realidade o jogo é muito bom, sendo de graça ou não, mas posso dizer que se fosse um jogo pago tradicional seria melhor.

Nesse post vou expressar minhas opiniões sobre esse F2P, não vou chamar de review, pois o jogo parece ser muito comprido e demorado e ainda não tive acesso aos andares mais altos da torre e os benefícios que eles devem oferecer. Então sem mais demoras o que eu acho de Let it Die depois das minhas várias horas com o jogo.

tower-of-barbs

tumblr_m658lxe49w1qhq5uoo1_500Let it Die tem uma narrativa, mas ela não é o foco do jogo e por esse motivo não vou comentar muito sobre. Resumindo, depois de um grande terremoto que devastou a terra uma torre gigante surgiu no Japão, a Torre de Barbs, nesse local muitos experimentos científicos foram feitos, e nem todos eles com resultados positivos. Ninguém sabe exatamente o que aguarda os exploradores no topo dessa torre, mas todos que procuram tesouros e desafios se dirigem para a Torre de Barbs.

Então o jogo é bem meta, pois o protagonista é você e não um personagem sob seu controle. É obvio que explorando a torre são os lutadores, no entanto eles são avatares controlados pelos jogadores. Let it Die é na verdade um jogo dentro do jogo (Inception alguém? kkk),  você é reconhecido como jogador mesmo dentro de um arcade por onde você controla os lutadores que vão para a torre.

arcade

Resumindo o jogo é um Hack and Slash onde você vai pegando recursos nas várias incursões na torre, para que a próxima seja mais fácil e você consiga ir mais longe. Alguns andares possuem elevadores que podem ser desbloqueados, assim liberando atalhos e facilitando sua vida. O combate é muito satisfatório apesar de simples, há um sistema de combos que pode variar (bem pouquinho) de arma para arma, porém nada complexo. Conforme você se aprimora no uso de determinada arma algumas habilidades são liberadas e você pode usar um ataque especial que gasta Fúria para aumentar a variedade de movimentos. Fúria é acumulada em combate, porém isso pouco influência nos combos ou na variação das lutas de modo geral. Mesmo com esse sistema simples de Let it Die faz algo muito certo, pois o gameplay com suas falhas é muito divertido e viciante.

Há uma grande variedade de armas, você pode usar qualquer uma que os inimigos dropem, claro se você tiver os atributos para isso, porém elas vão sendo liberadas aos poucos conforme você vai achando Diagramas e trazendo para sua sala de espera, local onde você se organiza, aumenta seu nível, adere quests e coisas desse gênero. É importante conseguir esses diagramas, pois as armas e armaduras achadas na torre possuem durabilidade baixa e logo se quebram, as armas feitas por você duram muito mais, no entanto uma hora vão acabar quebrando também. Tudo no jogo é descartável, praticamente, seu lutadores, seus itens… Essa característica do jogo, que está expressa até no título, é umas das coisas que mais me incomoda. Pois apesar de forçar você a sempre se adaptar e mudar o seu estilo de jogo, o que é bom, isso também torna o jogo num incansável e interminável grinding (não sei a tradução exata desse termo nesse contexto, mas seria ser obrigado a ficar fazendo a mesma coisa o tempo todo, nesse caso ficar juntando recursos sempre). E o multiplayer só piora essa situação, mesmo que de forma indireta.

Agora explicando o fato do multiplayer atrapalhar o progresso do jogo, bem os recursos que você utiliza constantemente, tanto para comprar coisas como melhorá-las, ficam guardados em cofres na sala de espera. Esses cofres são defendidos pelos lutadores que você não está utilizando no momento. Claro se você quiser, não é obrigado deixar eles na defesa, mas é sempre bom. Qualquer outro jogador pode invadir sua sala e roubar um pouco desses recursos, quanto mais você tem guardado, mais tentador é lhe atacar. Por esse motivo que o grinding é piorado pelo multiplayer, não há como acumular os recursos de forma segura, então é necessário acabar utilizando sempre que tem, para evitar de perder por bobagem, daí quando você precisa mesmo não tem mais… Fazendo que você tenha que ficar indo atrás de mais e mais.

tdmNo Tokyo Death Metro ou TDM que você pode melhorar sua sala de espera para ficar mais bem protegida e ter mais recursos e ir em excursões invadir os outros jogadores. Uma invasão bem sucedida é muito benéfico, porém as penalidades da derrota são muito superiores ao que você consegue ganhando, por esse motivo é importante ponderar bem antes de atacar alguém. Os confrontos não são direto com os jogadores, você enfrente os lutadores de outras pessoas, mas controlados pela IA do jogo, por esse motivo o jogo não demanda Playstation Plus para se jogar, ele apesar de estar sempre conectado não é considerado um jogo online.

Let it Die é muito bom, o jogo é muito divertido e até o trigésimo andar o gameplay loop é bem satisfatório, mas vamos falar um pouco das coisas ruins do jogo. Esse não é um jogo justo, eu gosto de comprar essa característica de Let it Die com Dark Souls, os dois jogos são difíceis, porém em DS você sabe que o jogo mostra claramente as regras e você trabalha com elas, lógico que às vezes parece que o jogo tá roubando, mas no fundo você sabe que não é verdade, provavelmente você só foi pego de surpresa ou não estava bem preparado, já em Let it Die é o completo oposto, o jogo não é justo, personagens de level muito mais baixo que você podem te matar em um combo, dois ou mais inimigos ao mesmo tempo pode ser facilmente uma sentença de morte, pois quando você é atingido há um tempo que não é possível nenhuma reação, e com vários inimigos juntos esse tempo é eterno. Então você acaba tentando correr e atacar a cada oportunidade numa corrida maluca, que só serve pra te deixar maluco mesmo.

Para piorar no jogo há os Haters ou Odientos em português, que são, normalmente, lutadores de outros jogadores que morreram no andar onde você está. Eu digo normalmente, pois em cada andar há um pré determinado número de Haters, mesmo que se nenhum jogador morreu lá vai ter um te esperando. Esses inimigos quando são do jogo mesmo, ou seja não é de outro jogador, eles vão ter o level e o equipamento compatível com seus lutadores de level mais alto. então é muito fácil e comum encontrar inimigos de lvl 99 no primeiro andar quando você está tentando passar upar seu lutador novo, que ainda está no level 1. Já quando o Hater é de outro jogador pode acontecer duas coisa, a primeira é que ele é mais fraco e está pouco equipado, o que é bom. Ou a Segunda em que ele é de level muito mais alto e super esquipado, o que é ruim demais e quase impossível de lidar. Óbvio que há outras situações, porém você vai se deparar constantemente com inimigos que não tomam dano nenhum por estarem com equipamentos que você nem sonha.

Outro ponto negativo, é a pouco variedade de cenários e chefes, são poucos e acabam ficando repetitivos rapidamente, mesmo assim o jogo é divertido o suficiente para isso não atrapalhar muito. O que torna esse jogo pior é realmente os elementos F2P, pois essa dificuldade injusta só está ali para lhe fazer morrer e usar as Death Metals, que são os continues pagos do jogo. Se não fosse por isso tenho certeza que Let it Die seria muito melhor.

Bem gente isso aqui não é nenhuma review, só minha opinião sobre o jogo, espero que tenha ficado claro os pontos positivos e negativos que ele oferece e mais ou menos como tudo funciona. Se quiserem no meu canal no YouTube que é Diegorad têm vários vídeos sobre o jogo com dicas e talz. Mais para frente quando eu finalmente terminar o jogo devo fazer uma review mesmo, não acho certo fazer isso agora, pois cada setor do jogo é bem diferente e trás novos desafios mudando bastante a minha percepção do game.

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Eu só tenho jogado Mad Max nos últimos dias, o jogo não é perfeito de nenhuma forma, porém muito divertido. Nesse post vou colocar alguns dos vários vídeos que fiz do jogo com coisas idiotas que aconteciam normalmente. Também no final um vídeo com meus comentários sobre o game. Se por algum motivo você curtiu os vídeos que eu coloquei aqui, visite meu canal do YouTube, lá têm muito mais. Como já terminei tudo que tinha para fazer no jogo eu não devo postar nenhum vídeo novo depois, espero continuar com os vídeos com os próximos jogos que eu pegar.

Acho que nunca fui tanto atropelado em um jogo quanto no Mad Max…

Teve ajuda do aim assist, mas mesmo assim eu me surpreendi.

Das minhas várias tentativas, essa foi a melhor.

Espero que tenham gostado dos vídeos e que tenha dado de ter uma ideia de como é o jogo, que é realmente legal, vale muito jogar se você tiver a oportunidade. Espero logo voltar com outros post. Fui!

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Bulletstorm é um shooter de 2011 desenvolvido pela People can fly e a Epic games, criadora da Unreal Engine e da série Gears of War. O jogo não é um FPS tão tradicional, ele é ambientado num universo futurista e mistura muita violência com um humor próximo ao estilo do Duke Nukem. Resumindo a narrativa do jogo, um grupo de soldados é usado para eliminar pessoas que não deviriam, como civis e jornalistas. Quando eles descobrem o que realmente estavam fazendo resolvem se rebelar contra o comandante que ordenava esses extermínios. Alguns anos depois numa oportunidade de vingança esses soldados derrubam a nave de seu antigo comandante e a própria num planeta dominado por mutantes e bandidos, e a partir desse ponto que o jogo começa realmente, com o que restou do grupo tentando sair do planeta com vida.

É claro que deixei de lado vários pontos importantes nesse resumo, mas a narrativa do jogo é irrelevante para o meu ponto neste post. Bulletstorm funciona em seu gameplay como a maioria dos FPS, porém ele possui um sistema chamado skillshots que dá pontos ao jogador ao ser criativo em sua matança. Esses pontos podem ser usados depois para se comprar munição e melhorar as armas. Então se você resolve jogar como se estivesse num Call of Duty além de não ter condições de melhorar seu arsenal, também deverá ficar sem munição bem rápido, pois os inimigos aguentam muitos tiros. Agora utilizando-se das mecânicas que o jogo incorpora você vai se divertir muito e vai ser muito mais eficaz em derrotar os oponentes.

Não estou aqui criticando CoD ou Battlefield, só caracterizando Bulletstorm, agora, enfim, chego ao ponto que quero abordar nesse post. Além da campanha do jogo, que dura por volta de oito horas, variando dependendo de como você jogar, há também um modo chamado Echos, que nada mais são que desafios que utilizam partes da campanha. Nesses desafios você pode comparar sua pontuação contra a de seus amigos e contra o mundo. Há também um modo multiplayer em que até quatro jogadores podem enfrentar várias levas de inimigos. Apesar desse modo ser obviamente focado em mais de um jogador, há como você fazer isso sozinho, e o principal, passar de level e liberar todas as opções deste modo.

Até aí nenhuma novidade, vários jogos possuem esse tipo de multiplayer ou modos extras da campanha, porém em vários jogos essas opções só funcionam com mais de um jogador, e quando se pode jogá-las sozinho raramente você passar de level com conguistas e tudo mais. Quem como eu gosta de jogar vários shooters não tem nada pior que ficar mais de uma hora esperando num lobby para poder jogar uma partida. Não acho errado os jogos ter modos multiplayers tradicionais como a maioria dos shooters possuem, porém muito desses shooters não possuem uma comunidade ativa, ou comunidade alguma fazendo com que essa experiência online inexista e tudo que se tem é uma espera eterna num lobby.

Não sou contra nenhum tipo de muliplayer, porém sou contra a necessidade de todos os jogos terem que ter um modo multiplayer simplesmente para preencher um pré-requisito que na maioria das vezes acaba não sendo utilizado. Nesse sentido que digo que mais jogos deveriam ser como Bulletstorm, não tendo um miltuplayer pelo simples motivo de que ter, e mesmo esse modo podendo ser utilizado por só um jogador. Alguns jogos já fazem isso, e o próprio CoD é um ótimo exemplo, pois além do multiplayer e a campanha há outros modos de jogo e até split screen.

Sei que esse foi um post um pouco diferente do normal, mas só queria expor minha opinião sobre multiplayer, principalmente agora que os jogos vão estar cada vez mais online com os novos consoles. Espero que tenham gostado e se tiverem algo a dizer, basta deixar um comentário.

Valeu!

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